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[miðvikudagur]

FINALMENTE ASSISTI


Merece um comentário com mais calma


por Hot ViSo 12:29 AM

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[þriðjudagur]

EU PODERIA/DEVERIA ESTAR DORMINDO, MAS...

Estou tentando entender qual é a graça do Travian. Monte minha aldeia, já abri as minas de carvão, o poço de barro, campo de cerreais, a floresta e turbinei a casa principal e ainda não entendi a diversão do jogo. Sei que estou esperando minhas tropas chegarem e que não posso construir nada em 5 horas. Tudo muito parado e sem sal. Vou dar mais uns dias e se não der certo, vou acabar com essa palhaçada assim como matei meu BuddyPoke no orkut!


Eu sou Gaulês e não tô entendendo nada


por Hot ViSo 3:53 AM

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ACEITO DOAÇÕES

Estou de mudança para o Rio. Não me perguntem onde vou morar. Ainda não sei. O fato que independente de onde for não terei coisas básicas que ficam impossíveis de levar de Orange Ville para qualquer lugar fora da Gran Vix. Assim, amigos cariocas que lêem esse blog (ou qualquer pessoa do Grande Rio que por acaso caiu aqui), sabiam que estou aceitando doações de coisas do lar. Quem puder me dar uma geladeira e fogão sai na frente (de que? Nem sei). Aceito tudo. Nem vou especificar porque é tudo mesmo. Menos dívidas e problemas, pois nisso sou bairrista e já estou levando daqui mesmo – ou vou atrás de novos e zero quilometro.



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por Hot ViSo 3:40 AM

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ENQUANTO ISSO...

No Japão, 50 milhões de pessoas usam o celular para pagar as contas. Eu ainda estou na fase anterior e uso cartão de crédito. Quer dizer usava, pois já faz quase um mês que não tem um centavo de limite para gastar e algumas centenas de reais para pagar. Falta dinheiro é fato. Antes que pareça mau gerenciamento dos recursos financeiros, eu já nego. Depois de muitos juros sendo cobrados a gente aprende, mas se você descobre da noite para a madrugada que receberá a metade do planejado não tem jeito. Resolvi me sabotar. A primeira tarefa foi quebrar meu cartão do Itaú. Devo lá e sempre que pago acabo usando o limite novamente. Agora, estou tomando coragem de fazer o mesmo com os cartões de crédito – ou pelo menos danificá-los para só usar em emergências de internet. Por enquanto, eles estão intactos.


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por Hot ViSo 3:30 AM

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[sunnudagur]

VACAS, RODEIOS E MUDAS

Viver num fuso horário individual está sendo uma experiência pavorosa. Nunca fui de reclamar disso, mas está sendo complicado dormir quando todo mundo está acordado e acordado quando todo mundo dorme. Passo cada vez mais tempo dentro do meu quarto e em Orange Ville. Vejo pouco a luz do sol e até penso que tenho vocação para vampiro. Outro problema é ter a internet como a única diversão da madrugada. Até sento em frente a televisão, mas desde que instalaram uma antena parabólica na minha casa, me sinto no interior do Mato Grosso com os canais rurais leiloando bois, vacas e bezerros. Já sei todos os cuidados na hora de aplicar o fertilizante no solo e aprendi a fazer enxerto nas mudas de pimentão. Um dia eu e minha mãe ficamos vendo os melhores momentos de um rodeio e aí descobrimos que poderíamos comprar o dvd com as cenas. Me diz quem compra?



Seguuuuuuuuuuuura Peão!!!!

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por Hot ViSo 4:49 AM

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[laugardagur]

EU PODERIA/DEVERIA ESTAR DORMINDO, MAS...

Estou no Wikipedia conhecendo um pouco da história de todos os túneis da cidade do Rio de Janeira - e dois de Nitéroi que erroneamente estão na mesma página. Aproveitei e fiquei sabendo um pouco mais sobre o Cosme Velho e alguns outros bairros cariocas que eu ainda não tinha visto o artigo numas das outras madrugadas perdidas. Próxima lista: Palácios do Rio.

por Hot ViSo 9:30 AM

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[þriðjudagur]

EU PODERIA/DEVERIA ESTAR DORMINDO, MAS...

Estou sem sono na internet, fazendo teste da Capricho para saber se sou viciado ou fofoqueiro do msn e se sou popular no orkut. Acho que vou ver se tenho TPM também, hahahhahaha

por Hot ViSo 3:11 AM

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[föstudagur]

NEM FALTA TEMPO

Olha tenho que ser sincero. Depois que passou o período das provas do mestrado e desde que eu deixei de ser repórter único no Caderno, me sobra tempo. O grande problema que ele continua sendo muito mal administrado – como quase tudo na minha vida. Nem posso chamar isso de queixa ou lamentação, mas fico pensando como posso estar agora – duas da madrugada – com dois textos para entregar sendo que não fiz NADA o dia inteiro?

Pelo menos a má administração do que eu ganho (ganhava) é bem mais fácil. Viagens por conta do mestrado, vida desregrada, viagem para Belém, atrasos de pagamentos e conseqüentes juros e principalmente redução salarial. Sim, para me ajudar perdi metade do meu salário – ok, metade da carga também se foi, mas quem disse que eu quero tempo?

Quando não estava no ócio...

Algumas coisas aconteceram. Uma das coisas mais divertidas que fiz desde que “voltei” para Vitória foi ir na despedida do Guga do Bandejão – aliás, estamos concorrendo a um troféu de melhor programa de rádio. Votem aqui (www.iu.art.br). Revi os antigos bandejetes, vi a nova mamãe da área, Mariana Dalto, e conheci os novos integrantes do programa, Carol Ruas e Rafael Moura. Teve bolo, torta e histórias.

Num é que ele veio...

O Rodrigo esteve o fim de semana em Vitória. A desculpa seria participar do Fenex (se não sabe o que é isso, não fique triste). Digamos que o Fenex acabou sendo grande demais e ia para casa. A experiência não começou muito boa, confesso. Ir sexta na Lama para ouvir uma carioca reclamando de Vitória sendo que ela só conhecia aquele pedaço não é um bom programa. Afinal, eu sou daqui e conhece o suficiente para saber que o Rio é uma cidade maravilhosa, mas não uma maravilha. Sábado quase foi “o” fiasco. O que era para ser um jantar “romântico” acabou sendo “eu e os amigos” (dos outros). Nem quando eu era do movimento estudantil gostava de ficar discutindo sobre isso na hora da diversão. Imagina agora que não sou mais? Por sorte, ainda há dramas de idade e estudantes de arquitetura engraçados para ajudar. É claro que uma cara desamarrada ajuda também. O domingo foi só DR e acusações. Enfim, a segunda foi redentora e nada que aquele banco da Praça da Grécia (entre a dos Desejos e dos Namorados) numa tarde do horário de verão. Ainda rolou Guzzi e rolou no Guzzi! Em suma, segundo é um bom dia para recomeçar.

Teve Tim Festival...

Fui dois dias. O primeiro com Siba e Gogol Bordello. Só queria ver o primeiro, o segundo veio de brinde e foi interessante. O show deles é louco e eu vi bem de perto, mas estava com dor de cabeça e isso não ajuda. A banda “cigana” é louca e barulhenta - por hora me lembrou da Melina Mantovani em João Pessoa com um monte de trecos barulhentos. Quando apareceram duas tailandesas com pratos e tambor minha cabeça quase estourou. Já o segundo dia, o mais aguardado, nem teve muita graça. Enquanto todo mundo esperava para ver MGMT, eu ainda estava pensando por que não conhecia o The National. Na hora, só lembrava que há um ano eu via o show da Björk na edição carioca do festival. Isso sim!


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por Hot ViSo 2:24 AM

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[þriðjudagur]

RESGATE! ESTAMOS DE VOLTA!

O fato de não ter uma data aqui pelo menos ajuda a disfarçar o abandono do blog. Sem mais explicações, vamos aos fatos que já justificam o sumiço.

Rio, idas e vindas

Fui ao Rio duas vezes e lá fiquei muito tempo. Acho que dá quase um mês se somar tudo. Foram essas viagens que me afastaram do blog. O computador lá não é convidativo para escrever e como eu não estava a passeio, tudo era um pouco corrido. O importante que com isso, agora sou um aluno do mestrado de comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e logo, logo vou morar lá. Seria legal registrar cada uma das etapas aqui no blog, mas nem na análise eu estava indo.

Vou tentar colocar alguns high-lights sem cronologia. Via ao fluxo direto. Prova de escrita do mestrado ficou grande. Usei Cortázar e alguns autores lidos. Resultado só 7,8. Melhor fui na entrevista e no projeto/currículo. A maior nota nesse último quesito. Quase reprovei por conta do inglês. Assisti Linha de Passe com a Paula. Gostei muito. Briguei com o Pedro. Detestei bastante. Sai com o Gabriel e ainda cozinhamos finalmente a minha receita de macarrão com queijo. Muito bom. Repeti essa receita milhões de vezes, mas rápido que fazer purê. Descobri mais detalhes da vida de Ilma. E ela me contou dos vizinhos do apartamento. Ilma é o máximo.



Continuando. Betão finalmente arranjou um ap para ele, mas não sai de Niterói. Encontrei Amílcar no Galeão, ele emagreceu e rejuvenesceu – é o amor. Passei uma tarde com Kênia, mas conto depois. Conheci a Dida e ela tem uma vaga em Botafogo quase perfeita para mim, se não fosse o fato de eu só ir para o Rio ano que vem. Indiquei a Marcela para a vaga. Comi macarrão com queijo quase todos os dias. O parmesão do Pão de Açúcar é muito bom! A receita é simples, molho de tomate fervendo com queijo mussarela, jogo no macarrão e depois o queijo ralado. O Mauro adora quando o Pedro faz.



Festival do Rio, um subtítulo

Pela terceira vez consecutiva fui ao Festival de Cinema do Rio. Dessa vez, Ceci não estava comigo e ela fez falta. No primeiro dia encontrei Kenialice em seu último dia antes de voltar para Campinas. Passamos boa parte da tarde no Pavilhão do Festival para eu me credenciar. No final, mudaram meu nome. Agora sou, Leonardo Vizzo. Foram duas semanas e 30 filmes. Fiz uma entrevista e uma prova nesse meio tempo e fora os dias que “não estava afim”,tirando isso, deu para ver muita coisa. Encontrei conhecidos de outrora. Betão e Lobinho, não contam. O engraçado foi encontrar o mesmo carinha que encontrei no ano passado, no mesmo cinema e no mesmo dia. Mistérios. Dessa vez, só o cumprimentei (da outra vez, trocamos 4 frases. Ohhh). O melhor de tudo foi a super festa do festival que a Oi ofereceu em Santa Teresa. Mauro e Pedro foram comigo ou eu fui com eles. Faltou Ceci e sobrou um convite. Tive que voltar para Vitória antes do fim do festival e foi por pouco tempo.

Belém entre o Círio e o Enuds

Sai do Rio à meia-noite. Frio. Descobri que dá para ir/sair para o Galeão de madrugada de ônibus. Trinta reais de táxi nunca mais!Cheguei a Vitória às 2 horas. Chuva. Às 6 horas já estava de volta ao Rio. Frio. Três horas depois, estava em Belém. CALOR. Cheguei sozinho, mas duas celebridades nem tão famosas. Ninguém foi me buscar. Peguei um moto-táxi, pois perdi o único bus que ia para a UFPA e ele passava de duas em duas horas, e segui para o Guamá. Era o VI Enuds.



Nostalgia. Tantos anos depois, eu voltava à Cidade das mangueiras. Agora na época do Círio. O que é aquilo? Fiquei de cara com a manifestação em torno da Virgem de Nazaré. O Enuds é sempre um reencontro e também hora de conhecer pessoas novas. Foram tantas, mas só uma realmente importa. Foi lá que recebi o torpedo da Paula Almada falando que tinha passado no mestrado. No mesmo dia conheci um carioca criado no Espírito Santo, ou seja, a melhor coisa que poderia ter acontecido na vida dele. Hoje, ele mora em Niterói e tem sotaque mineiro. Cadê os “s” prolongados e os “r” suspirados? Aumentei e fortaleci minha rede de contatos pelo Brasil. Quando será que fecho hospedagem em todos os estados? Uma cama quente no Rio já basta!



por Hot ViSo 10:31 PM

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[föstudagur]

UM BOM DIA

Posso dizer que hoje eu tive um bom dia. É sempre legal narrar aventuras por aí, mas nem fiz nada de extraordinário. Acordei relativamente cedo, deu tempo de escrever a matéria do dia (quase sempre escrevo de manhã, agora). Li meus e-mails, entrei no orkut e essas coisas ociosas da net e vi que finalmente poderia aceitar o convite dos meus amigos do Bandejão para fazer um revival lá. Eu até tentei ir nos outros dias da semanas, mas... Cheguei lá hoje de surpresa, tomei o bloco para mim e apresentei até o fim do programa. Recebi ligação de alguns ouvintes (dois na verdade) e brinquei com os meninos no ar. Senti só falta do Átila e principalmente da Mariana. Isso sem falar do tempo de Guido, Nádia, Maria Pitel etc etc etc... Se eu não fosse viajar, até tentaria voltar mais vezes, enfim...

Saindo do Bandejão, fui até a Biblioteca. Um dia bem, “Ufes, cá estou”. De lá segui para o Departamento de Comunicação para ver a Tia Hélia. Não tem como ir a Ufes sem me atualizar das novidades com dona Hélia Joseph. Eu tinha que ir ao jornal, mas o papo lá estava bom que acabei apurando a matéria da Ufes mesmo. Kênialice tinha chegado de Campinas e deu para a gente se encontrar. Marcamos com Lara e fomos para o Mc Donalds – íamos ver um filme, mas “mudamos” de idéia. Horas de muita gastação sobre os arcos dourados. Foram os assuntos mais inenarráveis e grandes revelações atrasadas. Francamente só fiquei sabendo hoje de um super fofoca de carnaval! (Vitor, você tinha razão!!!)

O bom de acordar e sair de casa cedo é que sempre faço muitas coisas. Ainda fui ao correio mandar uma surpresa. Liguei para algumas fontes e por fim, descolei dois ingressos do Metrópolis. Tem até um filme que quero ver lá, pena que é brasileiro, ou seja, naquela caixa de barata da Ufes é incompreensível... Até detalhes anatômicos alheios descobri hoje, e confesso não quero nem pensar na cena.

UMA BOA NOITE

Depois de vários embarques, finalmente consegui marcar com a Nina Cida. Nossas agendas estão sempre muito lotadas e apareceu uma folguinha. Enrolado que sou, demorei muito tempo para sair de casa e eu precisava correr para o jornal. Cheguei lá quase de noite e a Nina já me esperava no Shopping – o lugar mais meio termo para a gente se encontrar. Ela aproveitou que eu ia demorar e passou pelas lojas para escolher sapatos e quando eu cheguei lá estava ela com sua peculiar indecisão. Depois de muitos pares, finalmente ela levou dois. Fomos tomar um suco e nos atualizar.

A Nina estava querendo desde a outra vez um livro para ela passar suas horas livres na selva – a rotina dela se divide em 15 dias no Amazonas e mais uma quinzena no ES, mas às vezes ela passa alguns dias em São Paulo. Eu tinha indicado um do Borges, fomos lá ver e ainda tinha a coleção nova completa. Falei para levar “Ficções”, mas disse que o “Todos os fogos o fogo”, do Cortázar era bom também e que, aliás, eu estava lendo esse livro e queria alguém para comentar. Expliquei que o Borges era um pouquinho mais complicado e lá na selva não poderia estar muita agitação. Bem, no fim ela levou o Cortázar e ficou super animada em ler também o “Jogo da Amarelinha”. No fim, ainda passamos em mais um loja e ela levou mais um sapato, dessa vez sem demorar a escolher – e eu duas camisas beeeeem baratas.



por Hot ViSo 12:20 AM

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[þriðjudagur]

CÂMBIO!

O aniversário passou, a idade chegou e estou concentrando nas mudanças. Nada certo, alías, só incertezas mesmo. Meu horário mudou, durmo mais cedo e acordo sempre antes das 9 horas. Inacreditável. Hoje, dei o azar de ver os novos candidatos do “Agora Vai” e fiquei tentando a ver amanhã. Resistirei. Perdi boas horas de sono no domingo para fazer uma prova de um concurso (o primeiro que fiz, e mesmo assim porque tive isenção) e horas depois cancelaram tudo. As vagas serão preenchidas por WO de candidatos.

Resolvi ler tudo que eu não li nos últimos meses em duas semanas, e está tão corrido. Nem deveria está escrevendo aqui e sim, pulando mais uns artigos. A propósito, li um muito interessante do Marc Augé. E um muuuuuuito chato do Muniz Sodré. Com essas leituras, o livro do Cortázar que estava lendo ficou na fila. “Todos os fogos o fogo”, li só 3 contos e já digo que no duelo interno em Jorge Luis e Júlio, o argento-Belga passou o anglo-argentino... Mas, ainda tenho quatro do Borges novinhos na estante e pretendo completar a coleção ainda esse ano – a de relançamento, obviamente.

Semana que vem: de volta ao Rio. E espero que vá para lá mais 3 vezes ainda em setembro!!!


por Hot ViSo 2:43 AM

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[föstudagur]



por Hot ViSo 1:43 AM

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[miðvikudagur]

PARA NÃO ACUMULAR

Ninguém pode notar, já que não uso data, mas o blog estava sempre defasado. Os textos sempre com fatos já antigos. Essa semana vou dar um basta nisso. Então, vamos aos últimos acontecimentos.

Aniversário, argentinos e galeria
Semana passada eu fui ao Rio. Decidi em cima da hora, apesar de estar programando há um tempo. Ia ficar de quinta de manhã a domingo de noite, mas só voltei na quarta. Mais uma vez, fiquei na Casa do Flamengo. Quinta cheguei, tomei café com Pedro que foi fazer uma entrevista de trabalho, voltei para casa e dormi. Liguei para Paula e escrevi minhas matérias que restavam. De noite, descobri que Pedro agora corre no Aterro, em horário apropriado para a família. À noite, fui com ele e Mauro ao aniversário de Krica, em Copacabana. Ela é uma amiga do Mauro super simpática com sobrinhos educados – sim, parente também é adjetivo. Foi uma coisa meio dykerama. Sai bem nas fotos. Aliás, queria essas fotos – Mauro, pede para Krica mandar para você? A noite ia ser bem curta, mas o Gabriel chegou e ele queria sair. Após o parabéns e mais fotos, fomos para o Galeria em Ipanema. Uns argentinos velhos dizeram que estava cheio e nos perguntaram onde era a Le Boy. Indicamos e depois decidimos ir para lá também. Um batalhão de promoter nos encheram de flyers. Detesto. E eram muitos mesmo. Eu não queria entrar, o Gabriel disse que não tinha outra opção. Sugeri o Dama de Ferro que eu não conheço e ele não gosta. Ele concordou pela amizade, mas no caminho passamos em frente o Galeria e vimos que o amontoado de gente na porta era de fumantes e não havia fila para entrar. Lá dentro estava ótimo. Música muito boa. A faixa etária estava meio à la prata, mas boa também. Recebemos uma taça de espumante na entrada. Dançamos e fomos pra casa. Jean Willys, ex-BBB estava lá – não que eu ache isso vantagem, mas citar Big Brother Brasil trás visitas no Google.

O dia mais longo dos últimos tempos
Na sexta-feira, acordei bem cedo e fui assistir a cerimônia de abertura das Olimpíadas de Pequim. Meia cerimônia depois, Gabriel acordou e veio me fazer companhia e ficamos comentando sobre as delegações. Ilma chegou e colocamos nossa conversa em dia. Ela me contou sobre os próximos trabalhos da filha dela e também do excesso de cabelo do Pedro que cai e entupiu o ralo do banheiro. Chegamos a conclusão que o apartamento deveria ser maior. O papo estava bom, mas a Ilma não sai de Santa Cruz até o Flamengo a passeio. Ela me passou alguns itens que precisava e sair para comprar (isso já virou lugar comum, sempre faço as compras do que ela precisa) e comer.

Meio dia
Eu e Gabriel fomos almoçar em um restaurante chinês no Catete com um ar de clandestino que só os restaurantes chineses têm. Ele é vegetariano e sempre é um desafio dividir refeição com quem não come carne. No final, conseguimos um yakissoba meio-a-meio. Uma moréia dentro de um aquário enfeitava o ambiente e Gabriel estava incomodado com isso, mas conseguiu comer olhando para a moréia. Na volta, Gabriel me mostrou o sebo dos sonhos no Catete. Achei vários livros novos e bons e baratos. Percebi o potencial do lugar, deixei os livros e fui levar as coisas para Ilma em casa. Peguei minha mochila e parti de volta para o Sebo. Ainda estou na onda compensatória e se gastei 60 reais na noite anterior com “efemeridades”, gastar o mesmo com livros é quase um equilíbrio de karma.

Duas da tarde
Gabriel estava cansado e com sono, mas me acompanhou. Ainda fomos ao Parque Lage. Meu novo sonho imobiliário é um apartamento projeto pelo Lúcio Costa ali. Adoraria a confusão de continuar morando em Laranjeiras, mesmo em outra cidade. Lá, Gabriel ficou encucado com um pato e eu com uma jaca no lago, sendo que não há jaqueiras perto. Lembrei que no dia anterior tinha falado com Luciano Seropédica e ele me disse que estaria no Rio. Liguei para ele e marcamos. Antes, ainda fui atrás de mapa com Gabriel e passamos em um novo sebo recém inaugurado. Lá também não tinha Bestiário – meu sonho de consumo literário.

BotafogoXPalmeiras
Liberei Gabriel e fui para o Centro do Rio encontrar com Seropedica. Liguei para Paula e marquei com ela no fim da tarde, ela estaria na Biblioteca Nacional. Encontrei Seropedica na Presidente Vargas e ele disse que queria comprar ingresso para o jogo no Engenhão. Fiquei espantado com essa. Só supero o fato de descobrir que ele apesar dos pesares era uma pessoa puritana. Fiquei até com medo. Não tinha ingresso. A fila estava crescendo e no fim resolvi curti um filminho. E finalmente, aceitei uma indicação antiga de um amigo. Seropedica também adorou o filme, a ponto de nos perdemos na volta.

Caminhando com Paula
Aproveitei enquanto não dava o horário de me encontrar com Paula e ligar para o Jan Simon, o alemão que conheci em Brasília. Ele não atendeu e depois deixou um recado de voz – brasileiros não usam secretária eletrônica. Marcamos para mais tarde na Casa Rosa. Encontrei Paula na Biblioteca e fomos para a Lapa conversa e comer pizza. Papo vai e papo vem. Otavio Chamorro, me manda uma mensagem falando que estava chegando ao Rio. Ele ia exibir um filme numa mostra. Mandei ele ir para a Lapa. Seropedica me liga e vai se encontrar comigo, numa felicidade. Ele fica pouco tempo e vai para casa. Mari uma amiga de Paula junta-se a nós. Minutos depois, Otávio chega e depois de mais papo vamos embora.

A Casa Rosa (Duas da manhã)
A idéia era simples: se a programação da Casa Rosa não nos agradasse iríamos embora, ou melhor, nem entraríamos. Jan estava esperando já na porta – pontual, não aprendeu a atrasar no Rio. Eu e Otávio percebemos que não seria nossa noite ali. Insinuei de ir ao Sal e Pimenta, o Jan fez cara de “contrariado, mas tudo bem”. Fomos comprar bebidas e ele contou uma pequena história comovente que tinha acontecido com ele minutos antes para nos convencer indiretamente a entrar. Entramos. Era um show do Cordão do Boi tá-tá. Vamos combinar que nem no carnaval eu corro atrás desse bloco. Otávio queria ir embora, eu também e quando vimos que o show só estava na metade e eles danaram a cantar forró... “Tchau Jan, até amanhã”. Pegamos um táxi e partimos para a Lapa. Trash, trash e trash. Noite terminou com uma seqüência de funk sinistra e alguns elogios. E finalmente o dia acabou. Mentira! Eu me meti em algumas furadas!

Buraco e telefones
O sábado começou bem mais tarde. Fabio, Vitor e Marcos chegaram de São Paulo e Otávio foi com eles para Santa Teresa. Eu fiquei dormindo. Acordei tarde, almocei e descobri que eles iriam direto para a exibição do filme do Otávio. Peguei um metrô e fui para lá. Avisaram que a sala estava sem vaga e eu fiz drama. Assisti e enfim, fomos para Lapa onde os paulistas estavam hospedados. A noite seria no Buraco da Lacraia. Foi divertidíssimo. Encontrei o Daniel Martins, do Rio e fiz novas amizades com gente de Caxias, Valquere e Manaus. Beijomeliguem. Me diverti assustadoramente aquela noite. na volta peguei um van vazia que lotou em segundos. Ganhei um funk. Sim, fizeram um funk para mim e foi em desafio. Um catava de um lado e outro respondi de outro. Pena que não gravei isso. Dormi bem nessa noite.

Arpoador, mãos e ciúme proibido
Minha passagem estava marcada para 23h10, mas resolvi que não iria embora. Encontrei com Otávio na Siqueira Campos por acaso, já que estava sem celular e os paulistas atrasados e sem saber onde nos encontraríamos em Ipanema. No final, todo mundo se encontrou. Caminhada pela Orla final de Copacabana, muitas fotos com o Drumonnd e seguimos para o Arpoador. Até Gilberto Braga passou pela gente – mas, ele já é de casa. O mais estranho foi o fato de não ter acontecido o óbvio. Sem explicação, sem dramas ou recusas. Confesso que senti um pouco de ciúme por ter meu território invadido, na verdade por achar que ele possa ter sido invadido. Sem certezas. Sem beijos, mas mãos macias ainda compensam. Fui com Marcos e Fabio até o Santos Dumont, Otávio foi se encontrar com uma amiga e Vitor ficou em Copacabana. Avisei ao Pedro que ficaria mais tempo. Desde quinta não o via, mesmo estando na casa dele. Troquei minha passagem na rodoviária para um dia indeterminado. O atendente fez cara feia até ver minha letra de forma e achou ela “maneeeira”. Cheguei 19 horas em casa e apaguei. Só acordei no outro dia. desde então, durmo e acordo cedo.


por Hot ViSo 12:23 AM

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[laugardagur]

ACHADO: QUEM FICOU COM MARIANA!

Eu assisti o quase tudo, mas perdi a final do Agora Vai. Para minha surpresa ela escolheu o francês. Sorte a nossa! Ok, uma semana depois essa história já perdeu a graça. Porém, o melhor foi descobrir o verdadeiro motivo do sumiço do Diego do Agora Vai. Rolou um super boato que ele era garoto de programa. Verdade ou não, você acha ele despudoramente em dois sites pela net. Eu, que quero uma audiência, ajudo e passou os links aqui. Link numero UM e DOIS... Proibido pra “di menor”.


por Hot ViSo 2:59 PM

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[þriðjudagur]

SUMIÇO: QUEM FICARÁ COM MARIANA?

O meu horário continua, mais de desregulado e desse jeito vai ser difícil viajar na quarta de noite. Fui à padaria logo cedo e hoje, com dia chuvoso, ela parecia estar mais cheia. Vai entender. Faltavam várias coisas que compro sempre. No final, acabei indo ao supermercado comprar comida para o almoço. Eu só compro supérfluos, impressionante. Acabei ficando mais tempo no supermercado e me apressei para chegar em casa e ver o segundo dia do “Agora Vai”.

Gente, é uma vergonha eu acompanhar isso, mas estou me divertindo muito. Liguei a televisão e os meninos e a Mariana já estavam conversando com a Ana Maria Braga. Mostrou eles tomando café ontem e conversando. Só bobeira. Mentalmente desliguei o som e via só as imagens. Sempre lindas. Notei que só um era feio e chataço mesmo – sim, o da cueca furada.


O de amarelo ela mandou pastar e o de vermelho (esq.) sumiu!


Corta para o palco e noto que faltava um. simplesmente, sumiram com o cara. Corri pro chat para ver se tinha perdido alguma coisa e eles só anunciavam que Zeca Camargo e Patrícia Poeta ia participar no final. Eu não queria saber isso, queria saber do 5º elemento. Comecei a perguntar para os outros participantes, e só a “Deusa” me respondeu e disse que também não sabia e que assistia desde o começo do programa.

Fiz um inferno e perguntei de todas as formas sobre o sumiço. De repente todo mundo começou a perguntar a mesma coisa. Saber onde estava o tal sumido ficou mais interessante que os que tinham ficado e ainda mais que saber sobre o Zeca e Patrícia. Perguntei várias coisas, mas mais uma vez fiquei na barreira da moderação. Depois de tanta gente perguntar, falaram que teríamos uma surpresa sobre o sumido. Bla bla bla bla Faro em Sache e nada da surpresa. Finalmente, Ana Maria diz que tem uma surpresa. “Está faltando um 5º elemento”. Jura??? “Tivemos um probleminha técnico, pessoal e o 5º não pode vir. Ele sabe porque não veio!”. E acabou o programa!!! E a gente ficou sem saber.


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por Hot ViSo 10:31 AM

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[mánudagur]

QUEM FICARÁ COM MARIANA?

Depois de um fim de semana de horário trocado, tentei começar a semana corretamente. Fui dormir, relativamente cedo no domingo. Acordei as 6 horas da manhã depois de acordar várias vezes e ter vários sonhos loucos que ultimamente nem me preocupo em lembrar. Levantar nesse horário nunca é muito produtivo. Fui à padaria, comprei meu lanchinho matinal, paguei uma conta no banco e voltei para casa tentando pegar o final do Bom Dia Brasil. Quando cheguei ia começar o Mais Você, programa que eu nunca assisto. Mas, o apelo visual era tão grande nessa segunda-feira que não resistir. Uma menina teria que escolher um de seis rapazes (tarefa difícil!).

De cara, ela teria que imunizar um. Ele não poderia ser eliminado na próxima prova. Eu não sabia quais eram as regras, mas já fui escolhendo pra quem torcer. Ela escolheu outro, confesso que fez boa escolha principalmente depois que eles falaram um pouco de si. De seis, pra mim o número tinha caído pra quatro. Mostrando os quartos deles. Adoro, esses programas que mostram quarto bem mtv! Ela teria que eliminar um quarto sem saber quem era o dono. Eu errei quase tudo. Iria eliminar a pessoa errada, mas ela quase eliminou quem deveria. Burra! Preferiu uma cueca suja a uma furada. Alô, a suja era de praia e era só lavar!

Ah, a Ana Maria Braga ainda apresenta esse programa. Gente, como ela estava perdida. Errou tudo na receita. Fico imaginando a raiva das donas de casa com ela. Ela passou medidas, ingredientes, tudo errado! Fora que com o tempo menor tinha que fazer partes da receita. O Louro José (a direção) corrigia tudo. Ela foi dar uma notícia de reféns e deu um recado para os seqüestradores. No final, ela e Louro segurando para não fazer piada. E eu nem queria saber disso, queria saber com quem Mariana ia ficar.

Foi ai que descobri que esse quatro vai acontecer aos poucos durante a semana TODA!!! Francamente, não vou conseguir acordar todo dia e nem terei paciência para isso. Se fosse na época do vídeo cassete, eu programaria e iria ver passando as partes chatas (receitas, recados, notícias e mensagens de acorda-menina). No final, o eliminado participou de um chat. Ele deu o orkut (já li os scraps dele e vi o álbum), e-mail e respondeu umas bobeiras. Eu também participei, mas não responderam nenhuma de minhas perguntas (por que será?). Quem ficou interessadA, clica aqui no orkut dele que rapaz está na pista pra negócio.


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por Hot ViSo 11:06 AM

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DESVENTURAS TECNOLÓGICAS

Depois que eu resolvi de vez o problema do MP4, ou melhor, passei a consertá-lo de casa, pensei que meus problemas com aparelhos eletrônicos ou qualquer tecnologia em si estivesse resolvido. Ledo engano. As três últimas foram bem recentes.

A primeira - Depois que fiquei sem celular por uns três meses, resolvi que era hora de voltar a usar meu número de sempre. Usar o celular alternativo da minha mãe não era legal. Para começar ele não identificava as chamadas. Nunca sabia quem estava ligando. Comprei uma versão com câmera e principalmente mp3 player (no próximo defeito grave do mp4, eu não ficaria em silêncio). Comecei a futucar as funções e cada vez ficava mais alegre até um crtl+c e crtl+v tinha. O melhor mesmo era poder pegar minhas músicas preferidas e transformar em toques. Menos de um mês, o cartão de memória deu defeito com fotos e músicas personalizadas sumiram (incluindo o cd da Ivete ao vivo no Maracanã que vem de brinde). Confesso que dessa vez nada da via-crucis procon e autorizada. Um cartão está 20 reais. É quase o que ia gastar em passagens e telefone.

A segunda - Nunca tinha comprado um disco e muito menos um dvd pirata. Só compro cd em promoção onde a diferença do valor para um falsificado é tão pequena que vale a pena ter o original; ou quando é de artista preferido e nem assim ultimamente. Do resto pego de amiguinhos que compartilham na internet. Mas, ai eu fui ao show da Furacão 2000 Tsunami e queria ver algumas cenas sem ser no Youtube. Nem fui atrás, o vendedor que apareceu num dia que eu estava comendo a minha esfiha em paz no Giga. Paguei cinco reais. O encarte mal dava para ver o Rômulo Costa e a Priscila Nocetti – Serei sempre mais Mãe Loura! Cheguei em casa doido para assistir. O dvd vinha com 37 músicas, mais extras com clipes, fotos e making of. Fui assistindo, antes das 10 primeiras faixas os que eu conhecia já tinha cantado. Fui passando para conhecer os demais. E ai, a porcaria não passou da faixa 33, aliás, nem essa “A Gata da Favela” tocou toda. Descobri que a 34 era do Dani Boy que nunca vi cantando só pelado na internet, e que no final tinha Bonde do Vinho. Fiquei puto! Mas, o pior foi descobrir que nenhum dos extras roda! Espero ansiosamente pelo próximo encontro com esse vendedor!

A terceira - Mais uma noite virado. Esperei loucamente a padaria abrir com fome. Às 7 horas lá estava eu fazendo um mini-compra. Não tinha coca, trouxe pepsi mesmo. Paguei com cartão de chip, rápido sem assinatura. Lembrei que precisava fazer um depósito e fui com as sacolas para o banco que nesse horário só funciona auto-atendimento. Procurei pelo envelope de depósito e só achava um azul para cheques. O senhor estava com o mesmo problema e disse “vou fazer nesse mesmo”. Eu resolvi seguir a atitude. Preenchi e lá fui para o caixa eletrônico com a garrafa de pepsi pendurada no braço e os pães no outro. Digitei tudo certinho. Insira o envelope, ordenou a máquina. Inseri. Segundos depois ela cuspiu o envelope. “Envelope errado. Por favor, use um envelope adequado de cor amarela”. Era só o que me faltava o caixa eletrônico distingue cor agora e eu não pude fazer o depósito por falta de envelope!


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por Hot ViSo 9:14 AM

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[sunnudagur]

RETROSPECTIVA

Faz muito tempo que deixe as margens do rio Pinheiros, mas uma coisa foi vindo atrás da outra e uma preguiçaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa. Foram dias bem corridos, na verdade, estão sendo. Mas, por que não fazer uns tópicos só para não ficar com dívida com a memória do blog. Sei lá, talvez isso nem exista, masssss.

On y va!

Para começar, meus anos de francês nunca tinha ensinado o que significava a expressão ai de cima. Aprendi nesses dias, com ajuda de Kênialice. Vergonhoso, mas eu não sabia. Por sinal, cada vez menos sei de francês. Com o dicionário que o Bruno trouxe de Paris para mim tudo ficará um pouco mais fácil. Sempre que ganho um dicionário, me animo com o idioma. Preciso de um novo de português e um de espanhol.

Não serei cronológico nesse resgate histórico.

Aconteceu nesse meio tempo a Conferência Nacional GLBT que terminou LGBT. Lá fui eu para Brasília. Revi vários amigos, fiz poucos e ainda ganhei uma desamizade declarada – e isso é uma coisa positiva. Nem vou falar de propostas e avaliação da conferência porque ficaria com preguiça de escrever sobre outras coisas. Pouco tempo antes tinha começado a ler Ficções. No avião de volta, o ser hiper inteligente ao meu lado perguntou se o nome do livro era “Borges”. Ainda bem que ela resolveu ler a revista de bordo e ficou se gabando por conhecer o organizador da SPFW, Paulo Borges – cada um tem o Borges que merece ou que pode comprar. Em suma, foi um momento histórico com pessoas meia-boca (não todo mundo, off course).

Sendo meu próprio chefe

Assim, que cheguei de férias descobrir que por um mês seria editor do caderno, além de ser repórter e colunista. Foram dias tensos. Acordando de manhã e almoçando no shopping. Terminei com limites de cartão estourados, mais gordo e com um pouco mais de dinheiro nos próximos meses. Sim, posso reclamar. Já estou de volta ao meu posto nornal.

Furacão 2000 Tsunami

Não era um show da mãe Lora, mas lógico que eu não poderia perder os havaianos. Fui sozinho, mas encontrei com Wesley e a namorada Mariana e Zuli Vogas. Foi um drama voltar para casa depois. Não passa ônibus de madrugada perto do Álvares. Fui para o Boulevard e lá eles não paravam. Táxi também era coisa impossível. Agora, valeu muito a pena. Para saber a minha experiência, clique AQUI



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por Hot ViSo 12:32 AM

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QUEM FICARÁ COM MARIANA?

Depois de um fim de semana de horário trocado, tentei começar a semana corretamente. Fui dormir, relativamente cedo no domingo. Acordei as 6 horas da manhã depois de acordar várias vezes e ter vários sonhos loucos que ultimamente nem me preocupo em lembrar. Levantar nesse horário nunca é muito produtivo. Fui à padaria, comprei meu lanchinho matinal, paguei uma conta no banco e voltei para casa tentando pegar o final do Bom Dia Brasil. Quando cheguei ia começar o Mais Você, programa que eu nunca assisto. Mas, o apelo visual era tão grande nessa segunda-feira que não resistir. Uma menina teria que escolher um de seis rapazes (tarefa difícil!).

De cara, ela teria que imunizar um. Ele não poderia ser eliminado na próxima prova. Eu não sabia quais eram as regras, mas já fui escolhendo pra quem torcer. Ela escolheu outro, confesso que fez boa escolha principalmente depois que eles falaram um pouco de si. De seis, pra mim o número tinha caído pra quatro. Mostrando os quartos deles. Adoro, esses programas que mostram quarto bem mtv! Ela teria que eliminar um quarto sem saber quem era o dono. Eu errei quase tudo. Iria eliminar a pessoa errada, mas ela quase eliminou quem deveria. Burra! Preferiu uma cueca suja a uma furada. Alô, a suja era de praia e era só lavar!

Ah, a Ana Maria Braga ainda apresenta esse programa. Gente, como ela estava perdida. Errou tudo na receita. Fico imaginando a raiva das donas de casa com ela. Ela passou medidas, ingredientes, tudo errado! Fora que com o tempo menor tinha que fazer partes da receita. O Louro José (a direção) corrigia tudo. Ela foi dar uma notícia de reféns e deu um recado para os seqüestradores. No final, ela e Louro segurando para não fazer piada. E eu nem queria saber disso, queria saber com quem Mariana ia ficar.

Foi ai que descobri que esse quatro vai acontecer aos poucos durante a semana TODA!!! Francamente, não vou conseguir acordar todo dia e nem terei paciência para isso. Se fosse na época do vídeo cassete, eu programaria e iria ver passando as partes chatas (receitas, recados, notícias e mensagens de acorda-menina). No final, o eliminado participou de um chat. Ele deu o orkut (já li os scraps dele e vi o álbum), e-mail e respondeu umas bobeiras. Eu também participei, mas não responderam nenhuma de minhas perguntas (por que será?). Quem ficou interessadA, clica aqui no orkut dele que rapaz está na pista pra negócio.


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por Hot ViSo 12:30 AM

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[laugardagur]

DESVAIRADOS DIAS (AGORA É PARA ACABAR!)

Eu também já cansei dessa descrição paulistana, mas se comecei vou terminar.

Como disse antes, cheguei em casa acabado. Meio dolorido – não pensem besteira, pois não fiz nada que não tinha feito antes. Todo mundo já dormia, mesmo Fernando que ainda estava na rua e me ligou para que eu deixasse a porta destrancada para ele. Esse foi um dos dias que mais dormi. Na segunda, acordei e dei minha volta pela casa. Andréia tinha chegado de Minas cheia de guloseimas. Marcos preparava dedicadamente as aulas para uma das suas turmas de alunos marmanjos e que achavam que ele era o Clark Kent – a Butterfly que deve ter difundido isso.

Para variar, ele saiu atrasado de casa. Eu ia na Liberdade, enrolei e não fui. Resolvi fazer almoço, estrogonofe para variar. Fui ao supermercado, mas faltava o meu toque especial que é gengibre. Uma pena. A Fer me ligou e me lembrou que a gente tinha marcado de se encontrar. E eu enrolado quase desmarquei. O almoço ficou muito bom. Nesse dia eu devo ter dormido a tarde. Enfim, fui para a Paulista encontrar a Fer.

Marquei com ela um horário e quando essa hora chegou, eu ainda estava no Butantã*. A sorte de existirem corredores para ônibus é que eles realmente são úteis. No caminho uma mensagem: “Vou fazer sopa. Chego daqui uma hora e meia”. Estava levemente frio em São Paulo, ou seja, dia de sopa** Eu ia demorar e bem capaz que pegaria essa sopa fria, ou seja, não iria comer – ainda bem que tinha um restinho de estrogonofe e arroz soltíssimo.


O Anfitrião-mor: aulas entre sopas e atrasos


Encontrei a Fer esparramada em das poltronas da Cultura, no último andar perto dos livros de direito. Ela lia dois de literatura, na dúvida se os levaria. Nossos papos são sempre caóticos e necessários. Hiper links e sempre arquivos. Resolvi dar uma olhada e ver se achava o Bestiário, do Cortazar. Nada, nada. Pedi então para ver o que eles tinha dele. Do lado tinha uns do Borges. Pensei que depois de ter gastado uma pequena fortuna em noitadas e fast-food era hora de investir em algo mais durável. Peguei o “Todos os fogos o fogo”, do Cortazar. Já fazia um tempo que esse título martelava na minha cabeça. “Todos os gatos o gato”, “Todas as chances a chance” “Todos os amores o amor”, e o mais impregnante “Todos os ViSos o ViSo”. Decidi levar um Borges também, mas qual? A coleção nova estava linda. Fiquei na dúvida entre “O livro dos seres imaginários” e “Ficções”. Escolhi o primeiro. Queria dar um de presente, mas dúvidas cruéis rondavam minha mente. Nem sempre as fronteiras territoriais são tão claras. Desisti do presente. Na hora de pagar, fiquei sabendo que podia parcelar. Pronto, mais um Borges veio. Sai satisfeito com as compras e com um possível presente.

Eu e Fer tínhamos a tarefa de achar alguma coisa para minha mãe, mas não achamos nada aquela hora da noite. Uma pausa para dividirmos um milk-shake e mais conversas caóticas. Ela me contou do dia em que tomou um chá sagrado e de sua experiência de prazer com o ar. Amo a Fer. Nos despedimos, ela foi pegar sua motoca e eu o busão pro Butantã – seria a última vez que faria esse trajeto. Fernando me ligou e disse que estava indo para o cinema. Cheguei em casa, e encontrei Marcos com um Sartre na rede. Na cozinha a sopa fervia. Conversas entusiasmadas. Nunca tinha visto o olho do Marcos brilhar ao falar de uma coisa como falou do Borges. Mais je suis en retard tourjours. A sopa fervia.

Ele tinha comido o restinho de estrogonofe e arroz soltíssimo e elogiou. Pediu a receita. Eu estava hiper cheio, mas mesmo assim comi a sopa. Estava boa. Fabrício chegou e veio conversar com a gente de cabelo solto e imitando uma trava. Fernando chegou. Eles devem ter tomado sopa. A Andréia já dormia. Muito papo e conversa fora. Arrumei a mala rapidinho. Mais uma vez demorei ir para minha cama. Nem sentia mais frio. Pretendia ir à Liberdade beeeem de manhã. Mas, isso não aconteceu.

A terça-feira foi um dia super curto. Terminei de ajeitar a mala, que na verdade é uma mochila, e me arrumei para sair. Marcos deveria estar preparando aula ou atrasado para a faculdade. Nem sei. Mas, ele ia cozinhar feijão nesse dia. Sem grandes aventuras peguei o avião de volta e horas depois, estava apurando a matéria do dia. Fim de férias.



* Às vezes acho que o tempo do deslocamento de um ponto a outro pode ser eliminado se estivermos muito atrasados. Como se o tempo parasse um pouco para nos ajudar ou o trânsito ficasse sempre livre e os sinais verdes.
** Quando o primeiro Vento-sul surge, minha mãe corre ao supermercado e compra os ingredientes para a sopa. Ela poderia esperar os dias mais frios, mas ela sempre faz antes. É claro que não dura mais de um dia. Queria ver se aqui nevasse.


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por Hot ViSo 3:19 AM

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[sunnudagur]

DESVAIRADOS DIAS (PRIMEIRA TENTATIVA DE FINAL)

Após a noite na Lapa paulista, voltar para o Butantã não parecia uma tarefa fácil. Na ida fomos de carro, na volta teria que ser de ônibus e sem nenhum paulistano de guia. No final, consegui (o Fernando não era ninguém) chegar a Barra Funda – que, aliás, consegue bombar às 7 horas da manhã de um feriado. Chegamos em casa depois de uma longa volta. Confesso que já tenho a memória descronogilizada.

O que se sucedeu nos outros muitos dias se desprendem a semana propriamente dita. Teve um dia que fomos à Praça da República a noite. Lá, foi possível encontrar todos os amigos que estavam na cidade. Falta, Zé Estevão, apenas. Muita gente diferente, mas a realidade é isso. Peguei minhas pulseiras pretas, através do intermédio de Rick, cada vez mais uma suzy. Ainda fomos ao Mc. Tinha que ser tudo rápido, porque haveria um “esquenta” e depois fura-fila na Lôca. Beijos eram apressados, abraços e conversas encurtados.

Depois de muita correria, furamos a fila. Confesso que esse estresse pré-balada, me incomoda. Foi uma noite ótima. No final, ganhei carona e dormir sozinho em casa. Mandei torpedos para todos. Isso tudo foi na quinta.

No outro dia, enrolei algumas horas para sair de casa. Tinha meus motivos e não estava mais só. Fernando me mandava torpedos de algum lugar da cidade. Vestia a mesma roupa e estava feliz. Marcos me contava da sua noite anterior, ou melhor, me repassa o que tinha contado a ele que pouco se lembrava. Fui para a Paulista e no ponto o encontro com o desconhecido que bem conheço. Peguei o primeiro ônibus que passou, para evitar que o encontro virasse constrangimento ou fingimento. Eu e Fernando fomos para a Vila Mariana e nos encontrar com o Fábio que era anfitrião (junto com Andrezza) de goianos, brasilienses e campineiros. Foram horas divertíssemos. Ficamos de nos encontrar em alguma boate. Atrasos e enrolos, fez que não houvesse encontro algum. Apenas tchaus de sacadas. Para não perder a noite, eu, Bruno, Fernando e mais duas goianas desconhecidas fomos para o Centro da 3º idade precoce. Terriblé, terriblé, terriblé.

Sábado foi um dos dias mais divertidos. Bruno, Fernando e eu fomos para a Liberdade e arredores. Almoço e quitutes pelas ruas orientais de nomes brasileiros. Nada de comida fria, apenas um fast food meio coreano, meio chinês. Fotos e fotos. Em algum lugar ali perto acontecia um casamento. Geralmente, é um espaço que atrai casais e espanta amantes. Da liberdade fomos passear no shopping que fica dentro de um armário cheio de café. Entrar pessoas de Vitória sempre é chato. Segurança ostensiva nos banheiros. Encotramos Airles, por coincidência. Fomos para casa. Banho. Íamos a uma boate em que o Bruno tinha conseguido vips. Leo de Leão, like me, primo do Fernando, foi buscar a gente em casa, junto com Renato, o menino emburradinho e divertidíssimo. Fomos para um postinho na Lorena – a mesma rua que há um ano atrás eu vivia os dramas e os dramas. Me telefone tocou. Era Marcos perguntando se eu ia dormir em casa. Ele teria companhia e precisava de mais um colchão. Minha noite deveria ser longa. Fomos para um túnel na Bela Vista. Encontrei Robert de Gyn, o secretário. Fernando passou mal e fomos para casa. Tudo indicava que eu poderia morrer aquela noite. Cássia, a segurança, me ajudou a tentar pensar numa vida pós meu assassinato.

O caminho foi longo e cheio de paradas. O Ibirapuera finalmente ficou divertido. O Leo de Leão também, até então era apenas mais um chato pedante que tinha conhecido. Virou alguém ótimo. Fomos a caminho do Butantã. Antes para no Mc Donalds na Vital Brasil. A noite mais caótica de todas e também a mais zoada. Nunca gastamos tanto nas pessoas. Mais um Leo de Leão apareceu na história, três no mesmo lugar! A gerencia do mc de lá é beeeeeeeem melhor. Samile, Viviane e Gabriel deveria revezar suas fotos no quadro de funcionários do mês sempre. Tudo ficou tão divertido que até esqueci que não queria voltar para casa. Mas, voltei. O colchão estava vazio, a rede da sala belamente ocupada. Cada um no seu quarto. Eu me tranquei no que me era destinado e só sai de lá no domingo beeeem tarde.


Pelas madrugadas: Mac Samile

De manhã, sonhos realistas e um código de liberdade para o café. O puff da sala sempre foi muito quentinho e confortável. Conversas e mais clareza no meu território. Um revival de local. Domingo era “o” dia, eu e Fernando seguimos para Paulista atrasados. Marcos continuou em casa. Lá, encontramos Bruno que estava acompanhado por mais 3 milhões de pessoas. Seguimos juntos e nos desencontramos várias vezes. Fui encontrando conhecidos, entre eles Lucas Fortuna e Janaina. Formamos um trio e causamos horrores. Poderíamos ter pegado uma hepatite, mesmo assim valeu a pena. Muita gente, muita gente, muita gente. No final, sai com Airles e Junior para tomar chá. Mate, chá preto, camomila e cogumelo. Tinha de tudo. Encontrei um fantasma e tudo. “Quem sabe não sou eu mesmo”, me disse o fantasma. Aliás, encontrei mais um de Vitória. Voltei para casaacabado .

**em algum desses dias fiz a festa na padaria. Fui comprando coisas que nem sabia o sabor. Fabrício me ajudou as carregar. Em casa, tinha de tudo. Mas, o melhor era um mouse de maracujá. Na realidade, eu sei por que comprei tantas coisas. A intenção era uma espécie de cesta de café da manhã. Não era uma coisa coletiva, mas se tornou. Incluindo os gastos.



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por Hot ViSo 5:27 PM

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[mánudagur]

DESVAIRADOS DIAS (FLUXO CONTINUO IDÉIAS NÃO CRONOLÓGICAS)

Terça-feira Acordar em casas alheias quase sempre é um problema pra mim, deve ser por isso que sempre volto mesmo que de madrugada para minha cama. Confesso que não estava a vontade na primeira manhã no Butantã. Tinha tido um sonho ruim e ainda pensava sobre o suor e o vinho. Mas, um sorriso de bom dia e uma mesa de café da manhã fazem a gente esquecer tudo e se sentir tão volúvel – detalhe que não tomo café. Logo chegou a hora do almoço. Marcos fez um macarrão com lingüiça ótimo (nessa época a trema ainda estava em uso?). Após o almoço fui pra a Usp encontrar com o Dário, mas encontrei com ele vindo que nem um louco pela Corifeu indo se encontrar comigo. Fomos todos pro Crusp. Minutos depois chegou Airles de Pernambuco e por último o Fernando. Horas e horas batendo papo no 202. Era a primeira vez que eu conversava com o Airles pessoalmente, viramos amigos depois do Enuds e só via msn.


Do Butantã a Marginal, não há nada igual


De lá, fomos pra o Itaim-Bibi buscar a mala do Fernando que ia ficar comigo no Butantã. Conheci o primo dele, meu homônimo. Ele ia levar a gente para casa e a primeira impressão foi a pior. Uó! Essa impressão ficou por muito tempo até descobrir que ele era leonino também e nos divertimos pela madrugada paulistana. Nessa noite, eu e Fernando não saímos. Ficamos em casa. No outro dia seria o aniversário dele. Meia noite, cantamos parabéns aos sussurros e ele ganhou um chá de presente do Marcos e do Fabrício. Eu demorei a ir para minha cama naquela noite. Histórico e ousado.

Na manhã de quarta-feira, combinamos com Airles e fomos ao mercado municipal. Eles comeram o pão com mortadela, vimos frutas estranhas, fotos e nos encontramos com Junior – amigo de Airles de Pernambuco. De lá fomos para o mirante do Banespa. Fotos. Encontramos Dário e rodamos pelo Centro. Tínhamos que comprar o convite pra a festa da noite. Rodamos muito pelo Jardins e compramos os últimos. Bruno chegou a São Paulo, mas ficou incomunicável. A comemoração do aniversário de Fernando seguiu pra um jantar delicioso em um restaurante ao lado da casa do primo dele. Uma sapa louca me perturbou, mas me divertir. De lá fomos para a festa. (CENSURADO). Esse sem foi dia mais caro da minha vida. ainda pago as contas do cartão de crédito.



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por Hot ViSo 1:46 AM

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[sunnudagur]

DESVAIRADOS DIAS (LE PREMIER)

Os desvairados dias na paulicéia começaram com um passeio num fusca laranja contando as ruas de Campinas. No volante Carol, no banco do carona sua namorada Mona Lisa. Lésbicas? Não mesmo. Elas eram travestis. Sendo que Carol é roqueira tatuada. Femininas ao extremo. No banco de trás Janaina, uma T-girl tb, eu e Kenialice. Estávamos a caminho da Double Face. Diversão trash garantida para fechar meu par de dias campineiros.

Quando resolvi adiantar minha viagem de fim de férias, resolvi que iria visitar Kênia. Para ajudar ela tinha resolvido bancar de cupido e lá tinha Virada Cultural – a única virada que participei em Campinas, uma pena. Foram dois dias que conheci a nova vida de Alice no interior de São Paulo e seus novos amigos: Diogo, Rita e Bernardo. Oriundos de Goiás, Rio e BH, respectivamente. Com os dois primeiros eu tenho várrrrios amigos em comum, provando que eu sou rodado e o mundo é mínimo. Mas, o que eu queria ter em comum mesmo... O doce não deixou. Skip!

Sábado, assistimos ao show de Otto e MV Bill. Kênia, lesada, errou na logística e fomos no carro errado. Assim, começa os desencontros. Frio em Campinas e nem vimos Sandy e Jr pela cidade. Passamos toda a noite depois rodando pelas ruas da cidade. Algumas escuras e desertas. Nosso passeio, uma coisa meio “O Exame Final”, durou até a manhã do outro dia. Faltava apenas a “neblina” que é quase um personagem no livro do Cortazar. Obviamente que a manhã de domingo não existiu e o show do Funk como Le Gusta foi um contra-fluxo exatamente na hora em que terminou. Foi assim que fomos parar num dos bares descolados de Campinas, que encontramos a Jana ao som da música que tocassem na Jukebox e que conhecemos Carol e Mona Lisa.


Kênialice depois de um tchu tchu sentimental


Segunda, foi um dia mais calmo. Depois de alguns enrolos e desencontros marquei um almoço com o Rodrigo. E na hora e local marcado lá estava ele. Companhia agradável sempre. Ele foi pra casa, eu fui buscar minha mochila na república da Kênia e de lá voltei para São Paulo. No ônibus um potencial barraco: estavam ocupando meu lugar assento. Eu poderia ter ignorado,afinal o bus estava vazio. Mesmo assim, “então, a minha poltrona é 10”. “ih, eles sempre vendem tudo errado”. Eu nem ia pedir para eles se levantarem, só queria saber onde era a poltrona deles e lá eu me sentaria. Nisso, olhei com calma e vi que na verdade, o errado era eu. Confundo o número da poltrona com a da plataforma. “me desculpem, me confundi”. O ônibus foi com quase todos os assentos desocupados e eu só reparei que tinha um cowboy com chapéu e fivela no fim da viagem. Já fui mais observador!

De volta a São Paulo

Voltar pra São Paulo e chegar lá as 18h30 é sempre saber que não se vai muito longe. Assim, uma hora na marginal Tietê e o destino era ela mesma. Nem consegui encontrar com a Lara na rodoviária e olha que eu corri. Fernando me ligou e disse que estava na Paulista. Marcos não estaria em casa. Peguei o metrô* que nem estava tão cheio. A mudança de chip vivo es pra vivo sp estava meio caótica. Fora que os preços mutantes. Paguei R$ 7,50, em Congonhas e Fernando R$15, na Paulista onde o mesmo era vendido por R$ 5.

Encontrei com ele num café com mais dois amigos. Jogo rápido. Ele não iria “se mudar” para o Butantã naquele dia. Eu não estava a fim de sair. Ele foi pro Itaim e eu pro Butantã. Andréia me recebeu no meu novo lar de 8 dias. Me explicou as regras da casa e onde ficava o quarto da bagunça “onde dava para gritar no momentos de grito”. Marcos chegou logo depois com um “o Leo está aqui”. Conversamos e foi a vez do Fabrício chegar com um “eu lembro dele”. Já era meio tarde. Andréia já dormia e por isso eu deveria sussurrar. Insistia em afirmar que eu falava alto. Estava frio. Me trouxeram vários cobertores. Fui dormir as 3 horas da madrugada suando e com gosto de vinho tinto na boca. J’aime pas de vin!

*sempre que escrevo metrô lembro de uma lição de casa dessas do C.A. ou 1ª série. Era daquelas de colar figuras recortadas de revista. “Procure e cole coisas que são compradas a metro”. Eu, que mal sabia ler, pedi ajuda a empregada e uma amiga da minha mãe. No dia seguinte, minha professora olhava abismada a única figura colada no meu caderno. Enquanto meus coleguinhas traziam figuras de tecidos, canos, mangueiras, cordas e afins, eu tinha uma grande foto de um metrô ocupado a folha toda. Ganhei estrelinha do mesmo jeito.



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por Hot ViSo 8:39 PM

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[laugardagur]

TO SÃO PAULO

São dez pra às 4 horas. Daqui seis horas, eu embarco para São Paulo. Não pensem que estou me rasgando de ansiedade e com isso não consigo dormir. Criei uma certa indiferença ao processo. Só quando eu ponho meus pés no destino final que começo a digerir. Houve um tempo que eu achava o máximo passar horas e horas arrumando a mala. Hoje, nem mala mais eu uso. E arrumo a mochila tão rápido que sempre tenho a sensação de estar deixando algo pra trás – quase sempre nunca esqueço nada.

Nesse exato momento só falta ajustes finais. Um cortar meu cabelo. Sim, sou eu que faço isso. O Lobinho no msn disse que esse tipo de coisa é sempre bom ter um “personal pra ajudar”. Eu também acho. Na verdade, preciso de personal ViSo. Mas, pelo visto esse é um ano de mais um blog no ar. Será o 5º. E não pensem que eu acho cool isso de criar vários blogs. Mas, não vou sofrer por antecipação.

Pulo em Campinas

Assim que chegar a São Paulo – quase não consigo usar “Sampa” desde que li que os paulistanos odeiam o apelido – me jogo pra Campinas para visitar Kenialice e curtir a virada cultural. Tenho planos de encontrar a Jana e o Rodrigo, mas sem os contatos dele parece ser difícil. Espero que Kênia tenha o do Rodrigo ainda.

Pode ser uma aventura chegar lá. Principalmente se eu aterrissar depois de meio dia. Rick meu deu altas dicas. Mas, francamente não sei se vou pegar o ônibus fora da rodoviária pra economizar. Vai que só fique dois reais mais barato? São Paulo sempre me deixa confuso. Aliás, para quem não sabe, eu não gosto tanto da cidade.

Com que música eu vou?

Fico pensando em que músicas adicionar no MP4 para a viagem. Por incrível que parece ele não deu nenhum defeito e essa é a segunda vez que ele vai pra Desvairada. Queria baixar uma versão de Pa Bailar do Bajofondo, mas não encontro por nada em Mp3. Tenho que tirar as do Sigur Ros. Não estou no clima para. Se fosse há um ano atrás, se encaixaria perfeitamente.

Provavelmente colocarei umas do Louise Attaque, Noir Desir e Tarmac. A trilha do Moulin Rouge e de As Horas também. Contraste. Funks. Ok. Britney. Duas músicas. Madonna nada! Definitivamente Hard Candy não vai pro meu setlist – na verdade só escrevi o nome do cd da Madonna para conseguir umas visitas no Google.

Continuando...

Minhas estão se tornando meio cíclicas. Ano passado nessa mesma época, poucas semanas antes, eu estava na cidade. Dessa vez não tem cães e nem caos. Também não tem a Baiana. Ou seja, ainda não será dessa vez que vou almoçar no Pari. Barra Funda também vai ficar longe. Eu me divertia tanto lá.

Serão 10 dias na Desvairada. Vou sem uma programação muito definida. Na verdade, a maior intenção é perder a birra com o lugar. Tentar não ficar entediado. Ser mais tolerante com meus amigos faz parte das metas de viagem. Veremos, veremos. Enfim, lá vou eu cortar meu cabelo sozinho. Talvez até de para dormir umas duas horinhas. Meu maior medo sempre é me atrasar e perder o vôo. Tenho trauma disso. Marcos pode preparar o bolo e o sofá-cama que já já estarei gritando na sua janela. hehe



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por Hot ViSo 4:14 AM

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[fimmtudagur]

HABITUÉ ET TRÉS OCCUPÉ

E lá estava eu novamente em Serra-Sede, a terceira do ano. Dessa vez de dia e para resolver questões burocráticas. Precisava de um certificado que eu não devo nada a justiça – e a ninguém, nome limpo no SPC onde fiz questão de ir antes. Tudo para finalmente tirar meu registro de jornalista. Como eu tinha virado a noite, resolvi emendar e ir logo cedo. Tentei achar algum contato do Fórum na internet, mas imaginei que umas 10 horas da manhã já estivesse bombando que nem agência bancário – fui em duas nesse dia. mas, para minha surpresa só funcionava depois de 12 horas. Era 10:20. pensei o que vou fazer? Se eu voltasse para casa ia dormir e só acordar de noite. resolvi esperar e me distrair pelas ruas do vilarejo. Para meu azar estava sol e nem tem muito o que se fazer lá. Pensei em ligar para o Thiago que mora lá, mas eu não tenho o telefone de ninguém – tentei comprar um telefone nesse dia também. Talvez ficar numa lan house, porém internet cansa. Fiquei andando sem rumo. Fui então conhecer a Igreja símbolo da cidade, já tinha passado em frente mais nunca entrado. Pra minha surpresa, ela é pequena no lado de dentro. Jurava que era uma nave gigantesca.


Un jour á la Campagne...


Resolvi conhecer o cemitério local. Achava que poderia ter túmulos históricos. E assim, as 10:40 adentrei a necrópole serrana. O cemitério era minúsculo com os túmulos espremidos contra os murros que o cercam e as casas vizinhas. Os túmulos são feios e mal conservados. Só tinha eu e os funcionários do cemitério. Passei por três e um me parou em perguntou “você não tem medo de entrar aqui não, bichinhO?”. Respondi “Por quê?” com uma cara de sono digna de alma penada. O cara: “só de entrar aqui, fico todo arrepiado de medo”. Eu quase respondi “tenho medo é daquele tumulo coberto de azulejo. Nada mais pavoroso que esse tipo de decoração”. Mas, ignorei e continuei meu passei. Um outro funcionário do cemitério veio falar comigo. “Qual o nome está procurando?”. Nenhum, eu disse. Estava passando o tempo. “Tem algum parente enterrado aqui?”. Nenhum, eu disse e fui ver o túmulo mais “arrumadinho” de perto – tinha até uma escultura. Fui embora depois.


Foto meramente ilustrativa

Ainda faltava uma hora para ser atendido. Dei mais uma volta e resolvi passar meu tempo nesses núcleos de assistência jurídica. Fui ver, de novo, como faço para alterar meu nome. Escolhi ir lá, porque para ser atendido sempre demora horrores e sempre tem gente com histórias cabeludas. Sortudo que sou, tava meio vazio e fui atendido rápido demais – na verdade, para dizer que deveria procurar outro lugar. Sai dali e fui à casa de Cultura. Prefiro não comentar sobre as soluções baratas para expor alguns documentos e peças e nem do excesso de propaganda institucional em alguns textos. Preferi ler os anúncios de jornais do século XIX. Já estava morrendo de sono. Fui tomar um suco numa padaria que vendia de tudo. Acabei saindo de lá com um laser. Deu minha hora e fui o primeiro a ser atendido e ainda não paguei pela declaração. E assim, terminou meu passeio campestre. De lá, fui ao banco e ao shopping – sim, mais um dia no Burger King. Estou perdido.



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por Hot ViSo 2:10 AM

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[þriðjudagur]

CAÍ E FIQUEI

Para variar mais uma obsessão alimentar começa a tomar conta de mim: Burger King. Era para relembrar Buenos Aires em 2005, mas na primeira oportunidade lá estou. Nem vou dizer quantas vezes eu fui porque terão noção do que gastei e das horas que passei naquela fila gigantesca. Numa ida dessas encontrei Maria e Luisa Buzin. Elas saudáveis de Subway e eu na fila longa. No final, só tinha lugar no Burger King e lá fomos nós. Isso de poder encher o copo de refrigerante quantas vezes quiser em meia hora é terrível. “Ué, você não tava tomando coca?”, questionou Buzin no seu tom de voz peculiar. Ela lembrou que eu tinha “caído” e completou “caiu e ficou de vez!?”. É fiquei e fui mais longe. me empanturrei de sorvete de mil sabores, coberturas e marshmallon (seja lá com escreve isso). Comi frituras, e nem estou falando das fritas pavorosas do BK. O melhor de tudo voltei a usar azeite na salada, mas podem ficar despreocupados por ele é extra-virgem.



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por Hot ViSo 6:07 AM

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[fimmtudagur]

VISTAS E VISITAS

Olha só, conheci uma vista interessantíssima de Orange Ville essa semana. Mas, sem comentários. Foi um ato “ilegal”... hahahha Tempos de férias e tento fazer o máximo de coisas possíveis. Conheci o Contemporâneo. Bar legal, tem charme, mas precisa acabar com as soluções baratas; O finado China In House que tinha essa mania. Cadeiras de verdade nunca fazem falta. Aquelas de plásticos são para aluguel e nada mais. Conheci finalmente a boate Jump em Vila Velha. se você pensa que ela não existe mais, está enganado. Rolou a Conferência. Vou para Brasília em junho (e para Sampa em maio). Foi melhor do eu esperava, mas o povo precisa ser menos disperso e desembasado. Custa ler um pouquinho? Minha despedida do Bandejão foi ótima. Mas, por causa dela quebrei meu jejum de refri. Hoje, bebo menos, mas bebo. Ainda mais quando se vai ao Burguer King e se descobre que pode encher o copo durante vinte minutos. Sentirei falta dos meus dias de locutor, mas sem tristeza e drama. Na festa de um ano e despedida dos demais, eu apareço. E ai, você me aparece uns dois meses e vem me dizer “que sempre há tempo”... Claro, claro me senti uma lady esperando seu soldado voltar da guerra. Se ainda tivesse me chamado de canhão. Vaza! Mentira, pode ficar. Hahaha



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por Hot ViSo 11:30 PM

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[miðvikudagur]

SOBRE CUECAS

Alguém me explica qual é a melhor maneira de lidar com cuecas? Para mim o ideal ainda seria ter umas 360 – pelo menos 5 dias a gente poderia ficar sem (mas, não andando pelo rua; por favor!). Não tenho problema algum em usar, acho uma invenção e tanto. Aprecio muito diga-se de passagem, ainda bem quando é o tamanho certo no corpo certo, a certa na cor certa. Hahhahah Agora, lavar... Que coisa mais chata! Desde muito novo eu lavo as minhas. Acho péssimo que deixa para os outros lavar. Conheci um cara que a mãe comprava, lavava e ainda marcava as cuecas dele para não serem confundidas com as do irmão. Misturar cuecas é péssimo (nem, sempre :p), mas deveria ser uma preocupação deles. Deixa tudo pra mamãe. Ai, não dá para levar a sério. Enfim, eu lavo e compro as minhas – às vezes, minha mãe me presenteia; coisa rara.

As cores nem sempre nos ajudam. As pretas enganam. Não gosto das de estampas e listradas também não. As beges e cores claras acabam virando brancas nas minhas mãos. Explico. Cueca branca ainda é a melhor de todas e nem falo de fetiche. Apesar de sujarem com muito, mais muita facilidade, na hora de lavar são as melhores e ponho tudo de molho. Se tiver 10 brancas e uma bege, vai tudo junto e ficam com a mesma cor, ou melhor, sem cor. É fato que elas não ficam brancas como as outras, ganham uma cor amarela. Sem problemas. Dos modelos ainda prefiro as slips e depois as boxers. Samba-canção não dá!!!

Fora as cuecas...

Primeiro dia de férias. E a cretinagem me fez ficar uma hora em pé no banco logo após um feriado. Pelo menos as outras filas estavam menores. Não sei o que se passa, mas não consigo usar o novo cartão de débito. Tudo menos ir ao meu outro banco. No final, acabei com mais uma leve dívida. Mas, nunca estive com as contas tão saneadas; Falta aprender a juntar dinheiro.

O melhor...

10 dias sem tomar um gole de coca-cola (ou qualquer tipo de refrigenrante). Nem sei se emagreci. Não me pesei, nem antes e nem depois. Além de não beber coca, mudei a alimentação. O que importa é que é possível vencer o vício (gente, essas frases são verdadeiras, mas irônicas). O que será mais que eu consigo



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por Hot ViSo 1:41 AM

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FESTAS, DIETAS E DORES DE CABEÇA

Vamos lá, sem cronologia. No Natal o fato de eu ter engordado foi assunto durante a ceia. Achei extremamente deselegante ficarem comentando da minha barriga. De lá pra cá, ouvi vários comentários. Até que um dia minha orientadora na rádio veio falar “Leo, percebi que você está sendo muito bem tratado. Você tá engordando”. Pronto! Não dava mais para negar. Minha família materna sempre teve problemas com peso, mas torcia para ter puxados os genes paternos – nesse quesito especificamente. Como o meu problema era de família, a solução deveria partir dela. Eis que minha mãe propôs uma dieta coletiva. Ela começou a engordar depois que parou de fumar, repentinamente. Meu irmão e padrasto já estão acima do peso faz anos. Bem, depois de dois dias de dieta, aqui estou escrevendo morrendo de dor de cabeça e fome.

Vou fazer um placar “XX dias sem tomar coca-cola”. Estou há dois dias! Os últimos meses foram de muito esbórnia com o néctar-negro. O que tinha de garrafa vazia no meu lixo... Torçam por mim.

De volta a Serra-Sede

Nesse meio tempo aconteceu outra festa na Serra-Sede. Dessa vez tinha muita gente. Se eu não estivesse com a minha habitual preguiça falaria mais da festa. Teve de tudo. Gogo-boys amadores com crise de masculinidade, drag com nome esquisito – jura?, garçom fervido, muita jujuba, dispensa virando cafofo erótico, causações e mais causações. A próxima promete bombar mais ainda. As primeiras informações de que será numa chácara. Não posso revelar mais detalhes... hahahaha espero que a mesma trupe esteja confirmada. Essa chácara vai ficar pequena.

Férias???

Agora no fim do mês saiu de férias, mas se eu pudesse me mudava. De cidade, emprego e corpo. Francamente, quando você percebe que gasta muita energia para um pagamento mínimo e que tem que gastar mais ainda para ter um pagamento digno, a melhor coisa é querer ir embora. Mas, é o que tem. Isso porque foi um mês que finalmente colei grau. Jornalista oficialmente. Foi engraçado até. Me ligaram dois dias antes e deixaram recado avisando que tinha me dado “uma segunda chance” para colar grau. Lá fui eu na hora e dia marcados. No balcão de informação ninguém sabia de nada. Depois de uma rápida averiguação, a atendente me vem com duas folhas. Numa delas, ela pede para eu ler e assinar. Pensei??? ”Só isso?”. Precisava de glamour. Como iria colar grau num balcão sem ninguém vendo e com um sanduíche de ricota na mão. Chamei uma colega que entrou para pedir informação. Mandei a recepcionista desligar o telefone e um menino que passou presenciar. Fiz a leitura, tirei fotos e continuo recebendo com estagiário.

Bye-Bye Bandejão

Depois de 4 tentativas e 13 meses, estou há duas semanas de sair da rádio. Vou sentir falta, o entrosamento dessa geração está muito bom. Mas, sem apegos e choros. Eheh

Welcome Lost

Após 1 ano e 4 meses, Bruno voltou dos Estados Unidos. Igual quando foi. Se isso é bom ou ruim, ainda não dá para saber. Menos um dos meus amigos exilados.



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por Hot ViSo 2:33 AM

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[sunnudagur]

WELCOME TO FRADINHOS

Seria mais um sábado diante do computador, bebendo coca-cola e lendo alguma matéria da Piauí. Os meus sites conectados, o msn online e media player tocando pop-rocks platinos. Entre uma janela e outra, a mesmice quase que diária, potencializada pelos fins de semana. Alguns convites, outrora recusados. Sim, não saio mais de casa para uma infinidade dos lugares limitados de Vitória. É mais fácil eu ir ao baile de outono da 3º idade a uma festa indie no Centenário.

Já eram umas 8 da noite, quando um convite inesperado me fez mudar de idéia: um churrasco em Fradinhos. Na semana anterior, tinha sido Serra-Sede. Resolvi mais uma vez ir uma festa do tipo “desterritorializada”, onde encontraria pessoas bem diferentes e um lugar novo. Só precisava viabilizar minha ida, já que Fradinhos é um mundo a parte.

Assim, como Serra-Sede, Fradinhos era um lugar que eu tinha ido pouquíssimas vezes na minha vida. Duas no máximo. Na minha lista de amigos poucos moram nesse bairro, aliás, Fradinhos é um bairro para poucos. Isolado na ilha de Vitória, mantém uma característica residencial-bucólica aos pés do Maciço Central. Não é caminho de passagem para lugar nenhum. Você não passa por Fradinhos, você vai à. É um cantinho charmoso. Lembra o Cosme Velho no Rio, mas bem menos central e com muitas ladeiras íngremes como o bairro carioca.


Ladeiras e ladeiras... Bucolismo para poucos


O churrasco foi definido pelo anfitrião como um lugar “que costuma reunir todas as tribos”. Obviamente não acreditei, mas como tinha carta branca para convidar outras pessoas, fui atrás de gente da minha casta (se é que tenho uma). Lo foi a única que aceitou e como eu a conheço sei que ela é do tipo que se aventura numa boa. Para facilitar nossa vida ela arranjou um carro com os pais. Sem dúvida, Fradinhos sem carro é complicadíssimo e quase impraticável.

Achar a casa foi um pouco complicado, apesar do endereço na mão e coordenadas detalhadas. Na rua, as 22h, nenhuma alma para informar. No fim, achamos. O churrasco já acontecia, com umas 15 pessoas. Conhecia apenas duas dela, o dono da casa e mais um. Na varanda, um pequeno palco armado. Minha chegada foi anunciada ao microfone pelo sem noção. Pelo menos todo mundo me conheceu de uma vez. E eu conheci aos poucos alguns.

Quem conhece o dono da casa, sabe a leseira que habita em sua boa-alma. O churrasco deve ter sido planejado de ultimo momento. Mais pessoas chegaram, mas pouco tempo ficaram. Começaram um pocket-show improvisado. Enquanto isso eu colocava o papo em dia com a Lo. Como ela disse “eu completava ela naquele momento” e pensava “e vice-versa”. Quando percebemos todo mundo tinha ido embora. Só restava o anfitrião, o amigo, eu, Lo, a Secretária da casa e a amiga dela. Juntamos as mesas. E papos um tanto quanto surreais surgiram.

Lembranças de carnavais e viagens passadas foram pauta. Mas, a vida amorosa da secretaria da casa e amiga foi o ponto central. Nordestina de 41 anos, tinha acabado de chegar uma baladinhas rápida por bares “próximos” – ou seja, ladeiras a baixo. Cansada de namoros, foi categórica ao dizer “agora só quero ficar”. “Fui casada 10 anos e só gozei com ele uma vez. Atraso de vida”. Mantinha um affair com dois caras ao mesmo tempo, um deles taxista – o que facilitava sua locomoção ladeiras acima. Fazia pouco tempo tinha terminado um namoro com um rapaz de 16 anos. “Quem gosta de velho é caixão”, contou rindo. Sua amiga confirmava todas suas histórias. “um velho chegou para ela uma vez no baile e ela disse sai para lá que quem gosta de galo velho é panela de pressão”, contou a amiga imitando o sotaque nordestino. Elas riam e a secretária completava “eu lá quero homem que dê umazinha e vire para o lado! Tem que ser umas três, duas no mínimo”.


O forró é bom dançar com os novinhos!


Sim, elas eram os centros das atenções. Quando começou a tocar Cartola, foram rápidas “troca essa música! Ta parecendo seu pai”. “Poe na Jovem Pan. Somos jovens ainda”, falou a amiga. Aliás, ela estava incomoda com as músicas que ouvia no nosso programa na rádio “Muito Tribuna FM, Antena 1, poe umas músicas mais jovens, tipo a Joven Pan. Tem que levar em consideração a opinião do público”.

Os amigos que tinha saído do churrasco foram para um luau na Ilha do Boi, outro bairro isolado de Vitória, menos que Fradinhos em termos geográficos e mais no sentido financeiro. Lo, já totalmente adaptada aos presentes agitou de irmos para o luau. Todos animaram. E lá estava eu mantendo minha linha “exótic places”. As poucas ruas da Ilha do Boi parecem fantasmas de tão deserta, a praia então. Chegando lá umas 30, 40 pessoas compunham um luau muito, mais muito roots – um roots classe A. a gente se diverte como pode.


Os bois dessa ilha viraram picanha maturada


HIGH-LIGHTS EM ASTERISCOS

* isolado dos demais, tentou até puxar assunto. Com um pouco mais de gente e mais álcool, mais um bissexual de ocasião aparecia por ali.
* fetiche total. Corpo maneiro, bunda avantajada e convidativa. But, lost lost and lost (almost loser).
* Loirinha, magrinha, de blusinha e sainha. Tatuagens pelo corpo. Visual dirty-chic. Deve comprar maconha com o dinheiro da mesada e tem que cortar a onda antes de chegar em casa. Resolveu tocar triângulo para acompanhar a zabumba e o violão. Pena que estava em mundo a parte assim como o seu ritmo.


Viva! Sou hippie e nessa páscoa quero Kopenhagen


* bermudinhas de tactel da top surf wear da vez, bonezinhos da mesma linha, a melhor cannabis que conseguiram. A intenção era fumar um, beber uns tragos e pegar algumas, mas só circulavam entre si sem nenhuma manifestação gay
* nariz reto, pele morena, sorriso branco, calça jeans e camisa regata. Simpático, mas faltava tempo e espaço. Talvez duas doses de álcool e seria feliz até o porre passar.
* Lo radicaliza e agride verbalmente antes de entender que era apenas uma brincadeira. Muito boa, ela!
* saída à francesa.
* espera clássica do ônibus noturno em um ponto movimentando. Ao meu lado, um semi-bebado vomitava insistentemente. Medo de respigar em mim.
* volta num ônibus com garçons, meninos bem-nutridos, travestis e prostitutas e demais trabalhadores da noite. J’adore. Welcome to the real world!



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por Hot ViSo 8:54 PM

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[föstudagur]

LAS QUESTIONS UÓ!

O que você tem feito? Essa pergunta me vem sendo feita pelo menos três vezes ao dia. Quando encontro alguém na rua, no msn, na análise, no orkut, enfim o tempo todo. A resposta é nada. Sim, continuo exerce todas as minhas atividades diárias. Rádio de 12 as 14h, Século Diário, Plur@l, caminhadas pela Ufes, idas esporádicas ao cinema e ao Mc Donald’s. Ok, tudo meio repetitivo. Não posso dizer que estou entediado com essa rotina porque não estou. Mas, ter que descrevê-la sempre, isso sim é enfadonho.

Como as perguntas vão continuar, vamos ajudar as pessoas e a mim mesmo:

Oi LeO, o que você anda fazendo?
- Tenho alguns projetos, mas prefiro não revê-los. Estou em negociação!

E aí, cara, o que tem aprontado? (traduzindo: pegando muito?)
- I love him, I love him, I love him. This time, I’m going to keep to myself! (traduzindo: faz tanto tempo que não pega ninguém que prefere não comentar sobre, fazendo mistério).

Quando é sua próxima viagem?
- Daqui a 20 minutos, só não sei se vou de 502, 503, 504 ou 506 (para quem não sabe: linhas de ônibus terminal de Laranjeiras à todas as partes do mundo. A linha 505, não serve para mim, não errei a seqüência não).

Qual seu telefone?
- O da minha mãe (ainda!)

Você está trabalhando aonde?-
Num lugar longe dos seus ouvidos e distante dos seus olhos! Tem um freela para mim? (mensagem subliminar: seu alienado!)

Quanto você ganha?-
O insuficiente para declarar imposto de renda.

O que você está fazendo aqui?
- ???



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por Hot ViSo 3:22 AM

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BIENVENIDO A SERRA-SEDE

Fazia no mínimo oito anos que não ia à Serra. Explicando Serra é município onde moro, pero no mucho. Vivo em um bairro-ilha e passo a maior parte do dia em Vitória. Mas, num sábado desses em que provavelmente eu ficaria em casa, me convidaram para uma festa no Centro do município. Seria a minha sexta visita ao lugar. E sempre acho que estou indo para muito longe de casa.

Chamei um amigo para me acompanhar, mas ele nunca passa da Reta do Aeroporto. Aliás, como a maioria dos meus amigos. Terribles! Resolvi ir mesmo assim. Seria um tiro no escuro, mas com certeza era melhor que ir para um barzinho não beber e falar sobre coisas que até gosto. Pelo menos na festinha, eu poderia pegar alguém e se não, conheceria gente nova.

Olho o horário do ônibus para lá e vejo que demoraria a passar. Detalhe: como sou enrolado e atrasado, esse seria o último horário. Se eu perdesse, não ia e se fosse não ia ter como voltar. Lá fui eu. Endereço e telefone anotados no bolso. Uma trocadora loura comandava a roleta. Fiquei na frente mesmo, e pedi para ela me avisar quando estivesse próximo.


Super-necessário


Pela BR101 o ônibus avançava, uma viagem quase. Tudo deserto e muitas partes escuras. Uma aventura. Ela disse que antes do meu ponto o ônibus iria passar por outro bairro e voltaria, não entendi nada. Olhei para ela depois de um tempo e ela estava dormindo! Ao perceber que já estava na rua que queria pedir para descer. Fui contando os números. Quando cheguei onde deveria ser, achei que não era. Toquei levemente uma campainha e vi um portão ao lado que dava para um grande corredor escuro. Ouvia um bate-cabelo ao fundo.

O portão estava aberto e desisti da campainha, fui entrando. Eu não vi absolutamente nada e meu medo era aparecer um cachorro. Sim, nada de assalto ou fantasmas, ali o problema ter que correr de cachorro. Quando cheguei ao fundo, só via vultos. Tudo escuro e uma pista de dança em uma garagem iluminada com um globo colorido.

Agora estava em um lugar sem nenhum conhecido. Achei dois, o que me convidou mais um. Várias meninas bonitas e garotos nem tanto. Muita bebida – e eu continuo sem beber. Som de boate. É som de boate. Lá estava eu na pequena cidade do interior que é Serra-Sede. Quando falo que Laranjeiras não é Serra as pessoas não entendem.

DJ AUMENTA O SOM! DAQUELE JEITO (PONTOS ALTOS DA NOCHE)

Não minha fase preguiçoso e descritivo, é melhor apelar para os asteriscos para contar o destaques da noite!

ESCENAS!

* Conversa boa
* DJ aumenta o som, eu já to sem calcinha! Sempre fortalece!
* Um Dj de verdade chegou à festa. Viu que estava tudo muito amador. Trouxe duas luzes piscantes e gelo seco. Ignorou que não tinha mais que 15 pessoas na festa. Achou que podia fazer melhor. Trouxe um amplificador. I-pod que nada! Trouxe um player. Essa caixa de som não tá com nada. E trás uma caixa potente. Tem que controlar tudo. Vem a mesa de som. Só tem 12 pessoas agora. Trás mais dois amigos! E ficam os três isolados do mundo.
*Blonde Dyke Fervida resolve animar a festa! Vamos começar a brincadeira de passar a bala. Hora de se trancar no banheiro. É chato dizer “que nojo” às vezes. No final, todo mundo estava com uma bala. Alguém explica que é uma que deve rodar a boca de todo mundo!
*Blonde Dyke Fervida não desiste e tenta animar ainda mais. Vamos começar a brincadeira de passar o cartão com a boca. Ah não, um cartão de recarga de 20 reais é uó! No, merci!
*Um vomito no corredor. Um grito “Nossa, ela comeu feijão carioquinha!”
* A cachorra da casa decide aparecer. Uma pischer caramelo que de tão velha não tem mais nenhum dente na boca!
* Abstêmio resolve beber vodka com guaraná, meio copo e seu estomago queima! Tsc tsc

AS PERSONAS!

* usava bonezinho daquela marca dos brothers e cordão sementes. Isso é tão de 2005, brow!!! usava calça apertada que deixa a bunda atraente (marcou ponto) e uma regata de furinhos (oh mon dieu!!! Saldo negativo). Ok, ok... eu pegava...
* vestia um blusa sacadinha e uma bermuda xadrez. Ultra na moda. Não é possível manter um papo da maioria dos assuntos que gosto. Não, não é burrice. Tedoumdoisanos! Eu pegava... de novo! Hehe
* conjunto blusa e calça no corpo magro ficou bem. Cabelo corte indígena moderno. “Oi tudo bom com você? Bebe alguma coisa? Não? Fuma? Não? O que você faz então”. Compenso tudo o que deixo de fazer! Mas, não com você.
* Pulou na grade e dançou gimme more? No, no, no!
* Ficou pendurado na pilastras e se mexia como largatixa? No, no, no!
* Simpático, conversa bem. Por favor, não chegue tão perto!
* Ficou calado, mas valia a pena

O DESTAQUE

****Chegou com a irmã e o namorado. Um pacote de Doritos queijo nacho comia com todo o carão que pede a ação. Bermudinha e camiseta. Típico praieiro. Resolve ir para pista. Dança lindamente e parece ser “a” carne da noite. Começa a beber. Se tranca no banheiro com o namorado e depois a irmã vai para lá. Volta para pista e tira a camisa. Logo, vira a atração principal. Todo mundo vai querrrrrerrrrrr! Namorado banca o lesado e fica sentado. Tudo vai bem, mas ai.... dj aumenta o som!!!!!!!!! Agora eu sou piranha e ninguém vai me segurar, daquele jeitooo!

“Toca creu” pedia insistemente. O anfitrião doido para pegar, toca! “Mais uma vez”. “Poe de sainha de novo”. “Sabãozinho”. A pista tem um rei ou uma reina. O namorado dorme. Agora eu to solteira e ninguém vai me segurar... daquele jeitoooooooo. A pista fica pequena. Vai para o quintal. O sol já nasceu. Sobe no banco e rebola. Desce do banco e rebola. O namorado acorda. Dj aumenta o som!!! Pela 4 vez! .“Minha bermuda rasgou” Sim, a bermuda dele estava rasgada atrás toda. E a blusa escondia o objeto de desejo de vaaaaaarios ali. Mostra a bunda! E não é que mostra! Banca a Beyonce in Deja Vu e samba sobre o barro seco. A poeira sobe. Vamos ser sinceros: no segundo de sainha, já tinha perdido a graça. Começou a falar. Oh god, é uma gata miando?


Say my name!!


Beija o namorado, faz carinha de envergonhado. Um dia de namoro apenas! O que seriam aquelas marcas roxas pelo corpo? Chupões? Não, é abscesso! Medo, medo! Hora de ir embora. A irmã se despede e diz “dia 05 estamos de volta e meu irmão será todinho de vocês”. Alouuuu, cherié, o começo da festa foi há 4 horas atrás. O sol chegou e seu irmão derreteu com ele! No ponto vira para o namorado. “Do que adianta todos quererem me comer, se é vocês que me come na cama?”. Olha o naipe do sujeito! Dia 05, estou lá!!!


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por Hot ViSo 3:11 AM

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[fimmtudagur]

ASTERISCOS DA SEMANA (ATÉ AGORA)

* sessão de vídeos já vistos com meninas novas
* almoço no RU quase dois anos depois e pasmem está muito bom!
* pela primeira vez sair de uma reunião da conferência sem achar que mundo é cruel.
*acordar antes das 9h por dois dias seguidos
* me sentir sem assunto na análise.
* dormir no ônibus e acordar com minha mochila toda babada. De ficar a marca até então restrita aos meus travesseiros.
* ir dormir antes da meia-noite



por Hot ViSo 12:01 AM

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[laugardagur]

MEU QUERIDO DIÁRIO DE DEPOIS DO CARNAVAL...

Não sou dos maiores defensores dos longos feriados, mas vamos combinar: se o carnaval vai até quarta sempre, por que não emendar logo a semana? Definitivamente isso não é uma bandeira de luta minha. Aproveito das minhas facilidades e resolvi que não iria voltar para Vitória nas cinzas e ficar até domingo – quase que fiquei até segunda. A gente tira férias até quando não tem direito. Continuando:

Quinta – A única certeza que eu tinha para esse dia é que iria andar de roda gigante com Pedro e Mauro. No dia anterior, o Mauro até chegou animado para o passeio, mas já estava tarde e seria legal ver o pôr do sol lá. Para variar, eu acordei bem tarde. Eu e Fernando enrolamos ao máximo em casa. No msn Betão e Kênia nos chamaram para fazer alguma coisa. Iríamos nos encontrar na Praça XV e dar uma volta e eles irem ao cinema. Uma mostra rolava no CCBB. Não estava para cinema. No final, atrasamos e ainda fomos comer no Habib’s na Presidente Vargas, onde sempre vou quando estou naquela parte do Rio. Encontramos os dois na fila do cinema. Eu até peguei um ingresso, mas mesmo assim não me animei e combinei com a Paulalmada. Fazia uma viagem que não a via, e com o sumiço do meu celular nem nos encontramos durante o carnaval. Ou seja, dessa vez o encontro tinha que acontecer. Marcamos em um prédio da Rio Branco e logo, estávamos na Manon – uma confeitaria antiga do Rio comendo madrileños e tomando sorvete de pavê. Paula e Guilherme – seu namorido – estavam num clima lua de mel. Marcamos com Marcela e fomos para um bar atrás do CCBB. Quando ligamos para Pedro, ele estava na Roda com Mauro e Gabriel. Ou melhor estavam na fila da roda. Marcamos de sair com Gabriel, após o passeio dele. Eu e Fernando fomos para casa e marcamos de ir na mesma roda com Paulalmada e Guilherme no dia seguinte. Passamos antes no supermercado e resolvemos fazer um estrogonofe. Depois de horas na fila da skol, o Gabriel puto, desistiu de sair e foi para casa. O estrogonofe ficou perfeito e finalmente a cozinha do Pedro foi utilizada de maneira plena. Cansados, ninguém saiu. Nem Pedro que depois de muitos dias abdicou da cama no Leblon.


La Manon: Os Almadas são habitués há gerações


Sexta – Pedro sai de casa atrasado. Ele tem mania de colocar o celular para tocar, mas ele não levanta. Eu sempre acordo. Antes de trancar a porta ele pede para eu comprar um varal para ele. Era dia da Ilma ir fazer a faxina da semana. Eu dou um tempo e vou escrever minha matéria do dia. Na noite anterior fui impedido porque fizeram romance no laptop e nem era o Pedro, o dono. Ilma chegou e Fernando ainda estava na sala. Ela sempre mantém sua rotina de trabalho. Chega e vai para cozinha. Lá, ela come o lanche que sempre trás e depois lava a louça (dessa vez tinha mais coisa). Depois, veste sua camisola de trabalho e poe as roupas na máquina para lavar. Enquanto isso, varre a casa. Eu aproveitei e fui comprar o varal. Ilma me pediu alguns produtos de limpeza. Depois de sempre me passar de dono da casa na ausência do Pedro, vieram as obrigações do lar. Quase a mandei limpar a geladeira. Varal e produtos comprados, fomos almoçar fora para dar espaço e privacidade para Ilma trabalhar. Depois de pagar fortunas em restaurantes no Catete, achei um muito barato na Marques de Abrantes. Almoçamos e fomos para Copa. Peguei o bus no sentido contrário e tivemos que dar uma volta enorme até chegar no destino. Bom que o Fernando viu coisa nova. Tínhamos tempo e a Paula ia se atrasar. Quando chegamos ao Forte de Copacabana a fila está quilométrica e só havia ingressos para a noite. o preço de 10 subia para 30 reais. Sorte de ser estudante oficialmente ainda e poder pagar a metade. Porém teríamos que esperar algumas horas antes de subir pra Roda. O bilhete dava direito a entrada no museu do Forte que é meio chato, mas a vista é bem legal. Me entediei com aqueles corredores e canhões, talvez quando funcionasse de verdade fosse mais interessante. Gente fardada pode fazer falta. Cansados do Forte, seguimos para o Parque Garota de Ipanema. Um dia terei coragem de ir naquele mirante. Depois, Arpoador. Lá sempre tem bons atrativos visuais e o mar ali sempre tem golfinho – sentido figurado para os o biólogos de plantão. Um lance em Ipanema e voltamos para ficar 45 minutos na fila da Roda e 5 rodando. O pôr do sol rodando é algo que vale a pena, mesmo que nossa companheira de gôndola tivesse medo de girar. Soube que no dia de Mauro, Pedro e Gabriel, o Mauro obrigou todo mundo a roda a gôndola. Depois confessou que tinha servido ao exercito naquele mesmo forte. Será que ele conservou a farda? Se sim, vou pedir emprestado.


Foto roubada do albúm do Régys. Cadê as minhas, Pedro?


Sexta foi o dia mais longo de todos. Depois da volta, gastamos um pouco pelo bar e a área de lazer que tinha embaixo da roda. Mas, sem paciência para ficar muito tempo. Além do mais depois de tanto tempo, eu e Fernando já nem tínhamos mais assunto. Partimos para casa. Lá Pedro fingia que estava fazendo seu trabalho de mestrado. O que não o impediu de ligar para o Mauro. No final, lá estava ele arrumando a mochilinha para ir para o Leblon. Na próxima novela do Manoel, Carlos e não aquela promessa que estudou na Uerj, Pedro será um dos personagens. Gabriel dessa vez iria sair. Decidimos de ir ao Galeria, novidade até para mim. Marcamos de nos encontrar com ele em Ipanema. Estávamos com fome. Ainda tinha parte dos ingredientes para fazer o estrogonofe, resolvemos fazer outra rodada. Pedro insinuou para Mauro ao telefone que era a única coisa que eu sabia fazer. Mesmo se fosse, pelo menos eu saberia fazer alguma coisa na cozinha branca de panelas azuis. Hahaha. Gabriel resolveu ir encontrar com a gente na casa do Pedro, e Mauro resolveu provar meu estrogonofe. Logo, o ap da Abrantes estava cheio. Eu coloquei mais creme de leite para render. Gabriel chegou louco com um copo de whisky na mão, enquanto nós comíamos. Dessa vez, ficou melhor no dia anterior. E devidos aos meus dotes culinários e domésticos (comprar coisas para casa) ganho mais uma opção de hospedagem no Rio. Maneco, filma eu! Mauro resolveu dormir no Flamengo mesmo e Pedro teve que se contentar em um dia a menos além Jardim de Allah. Fomos para o Galeria e erramos o caminho. Luana Piovanni chegou antes da gente. Mantive toda minha compostura e como aprendi na análise, só posso falar por mim. Já os outros... O calor e a falta de espaço eram inversamente proporcionais, mas a freqüência é boa. Dizem que lá você encontra os melhores partidos do Rio de Janeiro. Verdade ou não, pelo menos todos ficam de camisa até o fim da noite.



Sábado – Fernando me acorda para ir a praia, mas sabemos que não sou nem um pouco praiero. Ele se cansa e vai sozinho. Eu fico dormindo e bem. Pedro, obviamente, não tinha feito o trabalho na noite anterior. Mauro voltou para casa. Eu voltei a dormir. Fernando volta da praia e comenta que eu ainda estou dormindo com Pedro, minutos depois é ele que está estirado no colchão da sala. Avanço mais um passo na minha metamorfose platina e uso o cartão de Pedro para comprar comida. Sábado foi um dia bem lento. O Pedro recebeu um convite para assistir o desfile das campeãs de camarote, coisa da Loura de voz grave. Eu e Fernando, dignamente fomos para o Buraco da Lacraia. Antes, fui conhecer a casa nova da Paula na Cruz Vermelha e de lá dava para ver as luzes e fogos do sambódromo. Comemos pizzas e conheci o “meu quarto e de KK” lá na casa d’Almada e do Guilherme. Ela mora perto do Buraco. Lá a diversão é certa. Fernando demorou a entender o espírito do lugar, faltou o Pedro nessas horas. Dia de rever amigos, encontrei o Rodrigo Liberdade e revi o Cantor da Faixinha. Mônica, Dan, Salém e Bodão não estavam. Nem os indies. Algum encosto me atrapalhou e tudo que era oportunidade se desmanchou no ar. Mesmo assim, nada de apelar para o anexo! Chega de Velório na minha vida. Fomos para casa e um tempo depois, Pedro chega cantando o refrão do enredo da Beija-Flor. “Eu não bebi, só tomei uma tacinha de champagne”. Abre o guarda-roupa e arruma a mochilinha. João Gilberto começa a cantar. E ele informa que vai para... Ah todo mundo já sabe para onde. Ele leva o laptop e eu fico sem comunicação com a vizinhança Um dia ainda usarei aquele interfone.


Esse palco tem um rei: Rodrigo Liberdade, meu amigo!


Domingo – Fernando nem insiste e vai para à praia sozinho. Eu durmo o máximo dos máximos. Sem comunicação, durmo mais ainda. Me assusto com o Fernando, sentado na cama. Ele foi e voltou e eu nem vi. Eu não fiz nada nesse dia, absolutamente. O máximo que fiz foi sair para comer. E mesmo assim, saímos meio que em cima da hora para a rodoviária. Pedro não volta para casa no dia. mais uma vez volto sem me despedir. Um dia levo tudo embora! Só vou deixar o quatro pavoroso do Che. Hahahha Domingo realmente foi um dia vazio. Lá fomos de volta pro ES! Agora sim, acabou.



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por Hot ViSo 8:32 PM

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[sunnudagur]

MEU QUERIDO DIÁRIO DE CARNAVAL...

O carnaval foi de 9 dias. E nesse tempo deu para fazer muita coisa que obviamente não vou contar aqui. Não, nada que não pudesse ser dito – mentira, metade é melhor abafar. Preguiça mesmo de listar os dias. Aliás, sempre tive essa preguiça e acabo deixando pela metade quando invento de fazer um diário (lembram de Buenos Aires?). Retornando ao assunto carnaval. Alguns high-lights quem sabe. É bom deixar essas coisas registradas. Vamos lá:



Sábado- A viagem de ônibus nem foi cansativa, apesar de não ter dormido satisfatoriamente. Descobri que meu dramin era de 50 e não de 100, logo fiquei na metade do sono. Rodoviária do Rio sempre é cheia, nunca a vi vazia, logo falar sobre isso é lugar comum, mas no carnaval de 2006 estava mais lotada. Agora, como sou independente nada de esperar alguém me buscar, peguei o bus-metro com o Fernando, minha companhia desse carnaval, e rumo ao Flamengo. Sempre que pego esse bus uma dúvida: desço na Estácio e pego o metro ou desço no Largo do Machado e vou a pé. Como ele passa pelo Cosme velho, Laranjeiras tudo é demorado e assim, descemos na Praça Onze (indicação do motorista) junto com um casal de turista (depois de tantas idas me chamar de turista seria estranho, mas não sou local não). Quando o metrô chegou estava lotado de gente indo para o Cordão do Bola Preta, ou seja, até a Cinelândia éramos todos sardinha e nós de bagagem. Pedro, meu anfitrião, mandou uma mensagem avisando que Edmundo nós recepcionaríamos. Achei péssimo, mas depois da terceira ida ao ap da Marques de Abrantes já sou mais que de casa. Edmundo estava deitado e dormia enquanto conversava comigo. Pedro chegou e nos levou para sair. Logo, conheci Mauro, le nouveau affair, e Musa, a amiga dele. Fomos para Santa Teresa e foi a minha primeira vez lá de dia. A vista é “a” vista. Céu na Terra, nada. Apenas, Sol na cabeça. Depois dessa tentativa de bloco, rumamos a Ipanema curtir a praia até a hora da Banda. Se juntaram a nós, uma amiga do Pedro, Gabriel, Edmundo e seu amigo Régis. Pedro parece uma criança gorda na praia e comeu tudo o que passou vendendo, só faltou terminar com um balão de gás e um algodão doce. Hora da Banda. Encontro Janaina e Rodrigo de Campinas. Às vezes me sinto numa Vitória expandida. Banda de Ipanema é sempre um caos e cortamos para o caos maior que leva o nome de um médico especializado em doenças tropicais. É a ultima vez que vejo meu celular. Um novo casal se forma na casa de Pedro. E não sou eu e ele – que fique claro. Marcamos de sair a noite. compramos lasanhas e fazemos saladas para o jantar. Isso será uma constante. Na hora marcada, Regis chega lindinho, mas todo mundo está desarrumado vendo vídeos no You Tube. Começa o carnaval e a partir de agora economia nas palavras porque tenho preguiça.



Domingo - Quem acorda cedo para bloco? Eu não. E nem Edmundo e Fernando. Enrolamos horrores. Encontramos Pedro, Regis e Mauro no Jardim Botânico no Banga La Fumenga. O som é muito bom, a freqüência também, mas do tipo “bom prosolhos”. Pedro e Mauro fazem uma participação especial e somem. Só voltaremos a vê-los no fim do carnaval e com uma caixinha de chocolate. O Banga é bom, mas quero carna-val e vamos atrás do bloco do Arco-Iris, no Centro. Indicações mais que erradas e não achamos nada. Regis ainda teria que voltar para ir ao Desfile das Escolas. Passagem por mil blocos no Centro do Rio. No final, Lapa com um grupo afro-axé. Foi bom. Mais uma vez comi a Pizza da Tia da Lapa, mesmo que as recordações não sejam as melhores a pizza não tem culpa. Ipanema agayn. O começo é pelo Maranhão. Casa, banho, comida e partimos para a Elite. Definitivamente, acho que nunca vou entrar naquele lugar. Chovia e fui para debaixo de uma tenda tocando funk. Passada rápida na concentração, ou melhor, tentativa. De volta ao Flamengo num táxi narrando o desfile da Viradouro.

Segunda - Despertar mais que tarde. Na hora do compacto das escolas. Uma derrota isso. Almoço caríssimo. Volta para casa. Mais enrolo. Como somos enrolados, os três. Os dois são sem iniciativa, o que eu decidisse estava bom. Pedro desistiu da gente mesmo, de vez em quando manda um torpedinho. Regis abre a mente e larga o táxi e descobre que de Copacabana ao Flamengo de metrô não é de Benfica à Dunas. Os quatro rumam a Meca. As mesmas músicas de sempre, empurra-empurra. Placar três. Meia noite, a Cinderela aparece e todo mundo parte para a praia. Ravezinha. Certos capixabas não agradam Edmundo. Regis é sucesso no seu ultimo dia de carnaval. E perco meu tempo e o jogo se estagna. Fernando e Edmundo vão para casa. Ficamos na praia, eu e Regis. Amanhece em Ipanema. Pegamos um ônibus, porque definitivamente não sou Angélica.

Terça – Definitivamente desencanamos de acordar cedo. Nem lembro qual foi o almoço. É possível que tenhamos visto mais compactos. É difícil admitir, mas provavelmente não fizemos nada a tarde toda e quando pegamos o ônibus rumo à Ipanema já era de noite. Nem tão de noite. O motorista até pediu para fortalecer e entrar por trás. Itinerário novo me confundiu e quase que descemos na Lagoa. Até porque quem dava sinal era apenas eu, os outros só desciam. Ia ser a caminhada. Perdemos a Banda. E eu a compostura. Encontrei com o Thiago da Uff com César, seu companheiro de casa. Racionalidade dessa vez e parti para o empurra empurra. Encontrei Thiago da Ufes e os Thiagos se encontraram. Eu me perdi. Depois encontrei Rodrigo da Rural e por fim com Ivis e Helena de Seropedica. Fernando e Edmundo foram para Lapa. Na hora da Cinderela, na da de sair da FarmeXBarão para a Praia. Antes tinha FarmeXPrudente (o Cafeína virou um dark-room que medo) e depois FarmeXVieira Souto (um baile funk de raiz). Compostura cadê você? Não sei contar com rapidez. Que medo! Fomos para a praia e a mesma festinha do dia seguinte. Tentei beber, duas ice-black e nada mais. Continuo mentindo meu verdadeiro nome. Tento fura olho. No final, quarta-feiras de cinzas chega com uma corneta louca sendo tocada em Ipanema e eu vou para o Flamengo sujo de areia. Ocuparam minha cama e vou dormir na sala, depois de tomar banho.

Quarta – Pedro acha o caminho de casa. Ele trás chocolates nas mãos para se redimir. Começa uma faxina. Pedro me dá mais um quadro. Ele é um amor. Na verdade, Edmundo que fez pouco caso do quadro. Almoço feito em casa. Apuração das escolas de samba e a cada nota esperamos a Tia Flameguista aparecer na quadra da Beija-Flor bicampeã. Edmundo quer se despedir do Rio comendo comida japonesa. Eu, Pedro e Mauro pensamos em ir na Roda-Skol. Mas, é tarde. Sugiro um restaurante na Lapa, mas o espírito manoel-carlos fala mais forte. Terminamos no meio do caminho, no Cobal de Humaitá. Que Yakissoba era aquele! Na mesa, os cinco mais um casal de Lésbicas poderosas. O que era aquela Loura de voz grave, Marina de L Word? Je ne sais pas. E a outra, tão desgrenhada, mas nem por isso menos power. Fim de noite e compostura em Copacabana onde a mistura entre english & français. Fim oficial de Carnaval ou do carnaval oficial!


Continua... porque eu sou prolixo

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por Hot ViSo 9:03 PM

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[mánudagur]

DOMINÓ

Quando tenho muita coisa para fazer num mesmo dia ponho todos os compromissos enfileirados como dominó. Não deveria, mas não tem jeito. Se cai um, tenho que correr para segurar as peças da frente, do contrário tudo pode cair. Hoje mesmo, me apareceu uma reunião esquecida. Eu tinha me programado para ir ao jornal e depois ao banco. A reunião não aconteceu e eu acabei voltando para casa. Erro estratégico e acabei acumulando afazeres para amanha. Eu tenho que conseguir adiantar minhas matérias e coluna. Sonho ainda terminar tudo na quarta-feira.


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por Hot ViSo 9:49 PM

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[þriðjudagur]

VOLTA VOLTAREI REVOLTO?

Muito confuso. De férias na análise. Com sono louco que só! Tentando viajar em janeiro. Desde 2003 sempre acontece. Entro no trem ou não? E se ele me deixar no mesmo lugar que estava há um ano atrás... Será que dessa vez consigo uma cabine de luxo? Se sienta a la mesa y escribe!

por Hot ViSo 2:58 AM

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[laugardagur]



DOS PRIMEIROS DIAS

A gente tenta não se contagiar pelo clima 2008-novinho-em-folha tudo vai ser diferente, mas ai me pego há dias arrumando meu guarda roupa, estante e todos os papeis e móveis que compõem meu quarto. Quadros já estão na parede e eu cada vez mais junto lixo num saco azul. Agora, tenho várias caixas, pastas e papéis pela cama, chão e escrivaninha que devem, sabe-se lá como (mas, de maneira alguma sozinhas) voltar para dentro do compartimento vazio do armário e ainda falta muito! FELIZ ANO NOVO...


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por Hot ViSo 7:03 PM

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[sunnudagur]


Joga água em cima de mim, joga!


DOS ÚLTIMOS DIAS

Cá estou. Pela madrugada. Aos pouco vou refazendo meus arquivos. Ainda tenho a espera de tê-los de volta, mas nada impede de eu construir coisas novas. Dias derradeiros de 2007. Uma rápida e superficial lida nos textos aqui do blog. Comecei lá embaixo, no primeirão – configurei para todos os posts sempre aparecerem. Lembro o que eu queria quando criei o S.H.A., e agora, depois de ler tudo, tenho certeza de que consegui. No dia que eu tiver que me livrar disso aqui, será muito triste. Tudo bem que se isso acontecer vou precisar de no mínimo uns três anos.

Mais uma vez não farei retrospectivas. Nem balancetes. 2007 foi um ano bom, não posso negar. Talvez seja cedo, mas diria até que foi emblemático. Termino de um jeito bem diferente do que comecei. Nem não diferente. Sim, muito diferente. Minha listinha de coisas pendentes balança ao vento do ventilador. Mas, nem de longe é como a do final do ano passado. Ainda tenho meus dramas amorosos. Hoje, mais maduros e complexos (no bom sentido). E que venha o Fort de France!


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por Hot ViSo 4:00 AM

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[fimmtudagur]

THIS FIRE...

Eu comecei esse ano cheio de idéias loucas e situações bizzaras. E agora, termino ele achando que cada vez mais estou brincando com fogo. Não, não sou masoquista e nem piromaniaco. Vou até ver qual seria minha classificação...

por Hot ViSo 3:05 AM

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PIMPINELA

Depois de semanas escutando as novas músicas do Radiohead, vendo uns vídeos da Palmirinha no You Tube, (re) descubro essa pérola da música mundial. Enquanto Palmirinha, adooooro, faz uma torta toca SIGA SEU RUMO! Ela pergunta quem canta, mas ninguém responde. Eu joguei no google e achei! Pimpinela é quem canta!!! Me senti tão nostalgico... Ouvindo rádio na casa da minha avó em alguma tarde no Romão.uhauhauhauhaua Parece até que eu não tenho o que fazer. Tenho! Dormir e escrever. Mas, eu fui no soulseek e meu acervo musical começa a ser refeito com Pimpinela e a Melô da Periguete.


"m - Fora,
m - Esqueça meus sonhos, meu gosto, meu beijos e todo meu mundo.
h - Esta mentindo posso ver
m - Fora, ta tudo acabado, esqueça que eu vivo e nao se surpreenda.
m - Esqueça de mim, que afinal pra esquecer você tem experiência.
experiência."


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por Hot ViSo 3:12 AM

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[mánudagur]



E para quem gosta da saga do MP4, avisou: ele se desconfigurou de novo!!! Eu quero saber o que vou fazer depois de abril quando a garantia vence!!!Uó ao 3! Lá vou para oficina!!!


por Hot ViSo 2:48 AM

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ASE, ASE, ASE...

Churrascom, passei da fase! É sério, vamos combinar que aquilo está virando algo pavoroso. Tudo tem limite, mas hoje joguei 8 reais fora. Foda-se que cheguei mais tarde, nem uma coca decente? Não, não tinha nada!!! Nem cerveja, nada. Carne? Comida? Enfim, vou reclamar com a turma que organizou? Jamais, Leonardo ViSo toma vergonha na cara e corta isso da sua lista de coisas que não deve fazer em Vitória. Aliás, essa lista só cresce. Vou tentar se tenho direito como herança a carteirinha da minha avó da Associação Capixaba dos Idosos (ACI). Lá bomba sempre! E se alguém te chamar para dançar não pode recusar! Sim, quero dar o golpe no baú e me divertir. O marcar ta valendo! Como diria a Larabib, a Ufes é “bizarra”! então só listando: Festinhas na Ufes, não! Boatizinhas, no no no! Festa do Anti-mofo para menores de 21 anos, jamais (pronúncia francesa); Churrascom, to fora! Curva da Jurema,ainda existe? Nem quero saber! Isso sem contar as micaretas, o triângulo, os pagodim! Ou seja, sobra Baile Funk e A.C.I. Ba-be-bi-bo-buuuuuu!!!


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por Hot ViSo 2:43 AM

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[miðvikudagur]



SEMPRE MAIS!

Toda vez que eu compro uma coca-cola de 1,5l e ela acaba, me vem o mesmo pensamento: deveria ter comprado uma de 2 litros!

por Hot ViSo 4:57 AM

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[föstudagur]



A TEIA DE BJÖRK

A Impossível tentativa de descrever o que só se pode sentir

Aquele palco parecia pequeno demais. A tenda ainda estava meio vazia e já estava perto de começar o primeiro show. Eu queria ficar o mais perto possível da grade do tablado. Eu queria ficar o mais perto possível de Björk e para isso deveria resistir ao calor e aos eventuais empurrões. No bolso do moletom enrolado na cintura duas garrafas de água mineral que nem eram Perrier, mas custavam muito caro. Ainda na fila do bar, um louco gritava para mim “tudo bem?”. Eu fazia cara de “quem é você?”. “Não lembra de mim?”, perguntou e piscou. Entendi e o alertei para ser mais discreto se quisesse furar fila. Ele riu. Ouvia “todos os discos e algumas coisas do Sugarcubes” e colocou um fone no meu ouvido. “Ok, eu já conheço as músicas”, tirei o fone.

Eu estava ali na condição de fã incondicional. O repórter nem tinha ido para o Rio. Nada de credenciais e regalias de imprensa. Nem mesmo tentar facilidades por ser o dono da maior comunidade dedicada à islandesa no Orkut (sim, ela é minha). Havia uma necessidade de se passar por todo o ritual. Do desembolso para comprar o ingresso à imensa fila na entrada. Sozinho, não fazia questão da companhia de mais ninguém. Queria a liberdade de enfrentar o calor e a “apertação” na platéia sem que ninguém reclamasse. O Palco se chamava “Volta”. Clara referencia ao último disco de Björk e além de trocadilho batido sobre seu retorno ao solo brasileiro. Porém, no caminho havia o Anthony, havia um Anthony. Mesmo ele sendo parceiro da cantora em dois duetos, o público não deu muita atenção. Uma pena, para todo mundo.

Quando Anthony and the Johnsons saiu do palco tudo se transformou. Instrumentos escondidos por um pano preto apareceram. Bandeiras de vários tamanhos sendo hasteadas. Expectativa não parava de crescer. Havia uma certeza de que um grande momento estava prestes a se passar pelos nossos olhos e ouvidos – só se compreende Björk usando esses dois sentidos em simultaneidade. Chega um momento que todos se estabilizam em suas posições, não dava mais para chegar para frente apesar do espaço. As pessoas respeitavam aqueles que se imprensavam na grande, pois sabiam que ali há horas estavam. As luzes se apagam.

Um cortejo de metais formado por louras adentra o ambiente. Triunfal? Só se acompanhado de um advérbio de intensidade dobrada. Ela entra. Luz e laser. Só se ouvem gritos e pulos. “we are the Earth Intruders, we are the earth intruders”. Assim, começa o momento único e inenarrável que compostos por míseros 80 minutos do show. Todas as vezes que desde sexta tentei explicar aos amigos como foi a apresentação, sempre cai na impossibilidade de narração. Poderia até sair listando o set list, mas isso se acha na internet com dois clicks. Não é exagero ou falta de criatividade. Se nem os milhares de vídeos e fotos que foram tiradas incessantemente conseguem passar a atmosfera que tomou conta da Marina da Glória, verbalizar pode ser mais uma tentativa frustrada. E outra assim como em Pagan Poetry, ela “guarda para ela mesma o amado”, sinto-me com vontade de preservar esse momento para myself .

Um momento merece a tentativa: o final de Hunter. A platéia ensandecida com luzes e agitação de Björk. Ela se abaixa e ninguém percebe, mas ela segura algo nas mãos. A música vai acabando e ela continua com seus pulinhos. De repente ela pára e solta vários feixes de suas mãos que vão aos poucos caindo sobre o microfone como teia. Meu ângulo de visão me proporcionou a melhor imagem que poderia ter tido. Delírios e catarses coletivas estavam a ponto de acontecer. Todos envoltos por aquela teia chamada Björk.


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por Hot ViSo 9:47 PM

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[laugardagur]

PERDI TUDO

Meus arquivos, minhas fotos, meus vídeos e todos os meus textos. Tudo se foi. Anos e mais anos. Minhas matérias, meus desenhos, meus poemas e minhas cartas. Já não tenho mais nada. Resta a esperança de a tecnologia recuperar parte deles. Nem ligo para os arquivos de programas. Começar do zero, não é impossível...

GOIÂNIA PASSADA

O Enuds passou. Um ano e alguns meses esperando. Tantos enrolos, affairs, quilômetros rodados e linhas escritas. Não deu em nada. Apenas, febre e dor de cabeça por 3 dias. Eu era HOT em todos os sentidos. Perfomances comprometidas. Quem se importa? Quem liga para o que eu fui antes? Vergonha alheia, tristeza alheia. Eu quase chorei por ele. Por mim, não mesmo. Como é difícil encontrar alguém por quem valha derrubar lágrimas. Cinco horas em um aeroporto, terrível! Se ainda